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Ex-jogador do Santos viveu com agente preso por tráfico e lavagem de dinheiro do PCC

- Diogo Vitor, ex-jogador do Santos, viveu com o agente William Barile Agati em 2023. - Agati foi preso pela Polícia Federal por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. - A transferência de Diogo ao Cruzeiro em 2021 está sob investigação por movimentações suspeitas. - O empresário é acusado de lavar R$ 3 milhões do PCC na negociação do jogador. - Vínculos de Agati com narcotraficantes revelam um esquema mais amplo de tráfico.

O meia-atacante Diogo Vitor, ex-promessa do Santos, viveu na casa do agente William Barile Agati em 2023 enquanto buscava um novo clube após dificuldades na carreira. Agati foi preso pela Polícia Federal (PF) sob acusações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro do PCC, relacionadas à transferência de Diogo para o Cruzeiro em 2021, […]

O meia-atacante Diogo Vitor, ex-promessa do Santos, viveu na casa do agente William Barile Agati em 2023 enquanto buscava um novo clube após dificuldades na carreira. Agati foi preso pela Polícia Federal (PF) sob acusações de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro do PCC, relacionadas à transferência de Diogo para o Cruzeiro em 2021, conforme reportado pela revista Piauí.

Diogo Vitor passou mais de três meses na residência de Agati em Alphaville, São Paulo, após deixar o ASA. O jogador contatou o empresário, que havia sido seu agente anteriormente, em busca de ajuda. Apesar de hesitar devido a polêmicas passadas do atleta, Agati aceitou, impondo condições, como a necessidade de Diogo recuperar a forma física. O jogador emagreceu e assinou com o Maringá, mas sua passagem durou menos de três meses.

A prisão de Agati ocorreu no final de janeiro, com a PF alegando que ele lavou R$ 3 milhões do PCC na negociação de Diogo com o Cruzeiro. O empresário fez um pagamento de R$ 3 milhões ao clube mineiro e recebeu cerca de R$ 1,5 milhão de volta, com a outra metade registrada como “crédito”. O Ministério Público Federal (MPF) indicou que o objetivo de Agati era lavar dinheiro do tráfico de cocaína, e a PF estima que ele tenha traficado cerca de duas toneladas de cocaína para a Europa.

Na época da transferência, o presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, afirmou que Diogo Vitor foi cedido gratuitamente ao clube. Ele explicou que as transferências bancárias entre o clube e Agati estavam relacionadas a um contrato de empréstimo, sem conexão direta com o jogador. Rodrigues declarou: “Não houve compra de passe, não. Foi pedido uma oportunidade para o Diogo tentar voltar a jogar.”

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