Luigi Mangione, preso há dois meses sob a acusação de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, quebrou o silêncio em uma declaração pública. Em um site criado por sua defesa, ele expressou sua gratidão pelo apoio recebido de diversas partes do mundo, afirmando estar “impressionado e grato”. Mangione, que está detido no Metropolitan Detention Center, […]
Luigi Mangione, preso há dois meses sob a acusação de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, quebrou o silêncio em uma declaração pública. Em um site criado por sua defesa, ele expressou sua gratidão pelo apoio recebido de diversas partes do mundo, afirmando estar “impressionado e grato”. Mangione, que está detido no Metropolitan Detention Center, revelou que lê todas as cartas que chegam, destacando que esse apoio “transcendeu as divisões políticas, raciais e de classe”.
O assassinato de Thompson ocorreu em 4 de dezembro, em Manhattan, e gerou uma intensa caçada ao suspeito. Segundo os promotores, Mangione esperou em frente a um hotel Hilton, onde, ao se aproximar de Thompson, disparou uma pistola de 9 mm impressa em 3D. Após o crime, ele fugiu em uma bicicleta elétrica, levando a polícia a divulgar imagens de vigilância do suspeito, que foram fundamentais para sua captura.
Mangione foi preso em um McDonald’s na Pensilvânia, após ser reconhecido por um cliente. Na ocasião, a polícia encontrou com ele uma arma, munição, documentos falsos e um manifesto manuscrito que parece assumir a responsabilidade pelo crime. Ele enfrenta acusações federais de homicídio e outras infrações relacionadas a armas, tendo se declarado inocente em Nova York.
O apoio a Mangione tem crescido, com um grupo arrecadando quase US$ 300 mil para sua defesa legal. Sua advogada, Karen Friedman Agnifilo, confirmou que os fundos serão usados para enfrentar os casos contra ele. Mangione planeja se declarar inocente também nas acusações federais e estaduais que enfrenta.
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