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Valdemar Costa Neto é poupado pela PGR em denúncia sobre tentativa de golpe de Estado

- Valdemar Costa Neto, presidente do PL, foi indiciado por tentativa de golpe. - A Procuradoria-Geral da República não denunciou Valdemar e outros nove indiciados. - Reunião com Cristiano Zanin abordou inquérito sobre corrupção em deputados do PL. - Deputados do PL são acusados de cobrar propina de R$ 1,6 milhão de ex-prefeito. - Zanin preside a avaliação da denúncia contra Bolsonaro e Valdemar no STF.

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, não foi incluído entre os denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), apesar de ter sido indiciado pela Polícia Federal (PF) em um relatório entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) em outubro. A PF apontou que Valdemar teria cometido crimes de associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado […]

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, não foi incluído entre os denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), apesar de ter sido indiciado pela Polícia Federal (PF) em um relatório entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) em outubro. A PF apontou que Valdemar teria cometido crimes de associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, agindo de forma coordenada para manter Jair Bolsonaro no poder.

Nesta terça-feira, 18, o ministro Cristiano Zanin, do STF, se reuniu com Valdemar para discutir um inquérito que investiga três deputados federais do PL por suspeitas de desvios de emendas. O encontro ocorre antes da apresentação da denúncia pela PGR contra Bolsonaro pela suposta tentativa de golpe de Estado. Os deputados Bosco Costa, Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil são acusados de cobrar R$ 1,6 milhão em propina de um ex-prefeito, representando 25% dos R$ 6,6 milhões destinados à cidade.

A PGR decidiu não denunciar nove pessoas indicadas pela PF em novembro de 2024 por tentativa de golpe de Estado, incluindo Valdemar Costa Neto e outros. Entre os que foram poupados estão Aparecido Portela, suplente da senadora Teresa Cristina, e o ex-assessor de Bolsonaro, Tércio Arnaud. Por outro lado, três pessoas foram denunciadas, incluindo Fernando de Sousa Oliveira, ex-número 2 da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, e o coronel Márcio Nunes de Resende Jr., que participava de um grupo no WhatsApp questionando o resultado eleitoral.

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