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Senado argentino aprova suspensão das eleições primárias em apoio a Javier Milei

- O Senado argentino aprovou a suspensão das eleições primárias com 43 votos a favor. - A medida é parte da reforma eleitoral proposta pelo presidente Javier Milei. - As eleições primárias, conhecidas como Paso, ocorrem dois meses antes das eleições. - A Presidência defende a suspensão como uma economia necessária para o país. - A proposta teve apoio da coalizão A Liberdade Avança e parte da UCR, mas enfrentou oposição.

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O Senado argentino aprovou, nesta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2024, a suspensão das eleições primárias, uma proposta defendida pelo presidente Javier Milei. As eleições, conhecidas como Paso (Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias), ocorrem dois meses antes das eleições gerais e permitem que os eleitores escolham pré-candidatos para as eleições legislativas de meio de mandato, […]

O Senado argentino aprovou, nesta quinta-feira, 20 de fevereiro de 2024, a suspensão das eleições primárias, uma proposta defendida pelo presidente Javier Milei. As eleições, conhecidas como Paso (Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias), ocorrem dois meses antes das eleições gerais e permitem que os eleitores escolham pré-candidatos para as eleições legislativas de meio de mandato, programadas para outubro.

A aprovação da suspensão foi celebrada pela Presidência da Argentina nas redes sociais, que afirmou: “As Paso foram utilizadas pelos partidos políticos como uma grande pesquisa nacional paga por todos os cidadãos. Um luxo que a Argentina não pode pagar.” A medida recebeu 43 votos favoráveis da coalizão A Liberdade Avança, do PRO e de parte da UCR, além de apoio da coalizão União pela Pátria. Em contrapartida, 20 votos foram contrários, incluindo aqueles de apoiadores do kirchnerismo, vinculado à ex-presidente Cristina Kirchner.

Vale destacar que, no último dia 6 de fevereiro, a Câmara dos Deputados já havia aprovado a suspensão das primárias. Essa decisão representa o primeiro passo na reforma eleitoral que Milei almeja implementar desde que assumiu a presidência, há um ano. A proposta visa reestruturar o sistema eleitoral argentino, refletindo a agenda política do atual governo.

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