Um palestino e dois israelenses foram detidos nesta sexta-feira, suspeitos de envolvimento nas explosões de três ônibus em Tel Aviv na noite anterior. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou uma operação militar contra “centros de terrorismo” na Cisjordânia após as detonações, que, segundo investigadores, estavam inicialmente programadas para a manhã de sexta-feira, quando o […]
Um palestino e dois israelenses foram detidos nesta sexta-feira, suspeitos de envolvimento nas explosões de três ônibus em Tel Aviv na noite anterior. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou uma operação militar contra “centros de terrorismo” na Cisjordânia após as detonações, que, segundo investigadores, estavam inicialmente programadas para a manhã de sexta-feira, quando o transporte coletivo estaria em funcionamento.
As explosões ocorreram em Bat Yam e Holon, e a investigação foi colocada em sigilo por um tribunal em Tel Aviv. Fontes indicam que os israelenses detidos foram levados ao Shin Bet, o serviço de segurança interna, para interrogatório. Um dos detidos, um taxista de Bat Yam, teria transportado os suspeitos até o local das explosões, enquanto o outro, morador de Holon, também teria auxiliado na chegada dos criminosos.
A polícia investiga a possibilidade de que os dispositivos explosivos fossem destinados a detonar na manhã de sexta-feira, e não na noite anterior, quando os ônibus estavam vazios. Relatos indicam que bolsas com inscrições em árabe foram encontradas em um dos ônibus, e os detonadores eram semelhantes aos utilizados na Cisjordânia, levando as autoridades a focarem no campo de refugiados de Tulkarem.
Após as explosões, Netanyahu ampliou a ofensiva militar na região e ordenou um aumento nas atividades preventivas. O ministro dos Transportes também determinou que todos os ônibus e trens fossem parados e inspecionados, em resposta à situação de segurança.
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