Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Vereador denuncia separação racial de alunos em escola de São João Batista, SC

- Denúncia de segregação racial em escola infantil de São João Batista (SC) gera polêmica. - O vereador Teodoro Adão afirma que encontrou turmas separadas por cor da pele. - Prefeitura nega acusações e diz que divisão foi aleatória, baseada em turnos. - Ministério Público investiga a situação após a denúncia do vereador. - Pais relatam dificuldades de acompanhar filhos na escola, aumentando a tensão.

Uma denúncia de segregação racial em uma escola infantil de São João Batista, Santa Catarina, gerou polêmica. O vereador Teodoro Adão (MDB) afirmou que encontrou crianças separadas por cor da pele na escola Núcleo Infantil Cebolinha. Segundo ele, as turmas estavam organizadas com crianças brancas em uma sala e negras em outra, o que classificou […]

Uma denúncia de segregação racial em uma escola infantil de São João Batista, Santa Catarina, gerou polêmica. O vereador Teodoro Adão (MDB) afirmou que encontrou crianças separadas por cor da pele na escola Núcleo Infantil Cebolinha. Segundo ele, as turmas estavam organizadas com crianças brancas em uma sala e negras em outra, o que classificou como “inadmissível” e um “tapa na cara”. O caso ganhou destaque nas redes sociais e na cidade.

Adão relatou que, durante sua visita, educadoras informaram que a divisão já existia antes do início das aulas. Uma professora teria dito que não poderia mudar a situação, enquanto outra optou por não questionar a separação para evitar conflitos. O vereador também mencionou que pais estavam sendo impedidos de acompanhar os filhos até a sala, o que gerou preocupação e tristeza entre as famílias.

A Prefeitura de São João Batista negou as acusações, afirmando que não houve segregação racial. Em nota, a administração municipal explicou que a distribuição das turmas foi feita de forma aleatória, com base em cadastros e sem qualquer análise de raça. A nota também apresentou dados sobre a composição das turmas, questionando como poderia haver segregação racial diante dos números apresentados.

O Ministério Público foi acionado para investigar a denúncia. A Prefeitura ressaltou que a prática de racismo é crime e que qualquer acusação deve ser apurada. Além disso, alertou sobre as consequências legais de denúncias falsas, conforme o Código Penal. O vereador Teodoro Adão foi contatado para fornecer mais informações, mas não respondeu até o momento.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais