Cerca de 2 mil funcionários da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) foram demitidos no último domingo, conforme comunicado enviado por e-mail. A maioria dos demais colaboradores foi colocada em licença administrativa globalmente, exceto aqueles designados para funções críticas. A licença entrou em vigor à 23h59 (horário de Brasília) e a redução de […]
Cerca de 2 mil funcionários da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) foram demitidos no último domingo, conforme comunicado enviado por e-mail. A maioria dos demais colaboradores foi colocada em licença administrativa globalmente, exceto aqueles designados para funções críticas. A licença entrou em vigor à 23h59 (horário de Brasília) e a redução de força afetará aproximadamente 2.000 funcionários com estações de serviço nos Estados Unidos.
A decisão ocorreu após um juiz federal permitir que o governo Trump prosseguisse com os planos de demissão e licença remunerada de funcionários da agência. O juiz Carl J. Nichols analisava uma ação judicial que buscava impedir essas medidas, que incluem o retorno forçado de funcionários baseados no exterior. A situação reflete a continuidade da ofensiva do presidente Trump contra a ajuda externa americana.
Desde o final de janeiro, Pete Marocco, um nomeado político do Departamento de Estado, supervisiona o desmantelamento da agência, em colaboração com Elon Musk, que tem influenciado as decisões do governo. O Secretário de Estado Marco Rubio anunciou que Marocco seria seu vice, enquanto a agência demitiu cerca de 400 funcionários que atuavam em assistência humanitária urgente.
Embora Rubio tenha prometido que programas de “assistência humanitária que salvam vidas” poderiam continuar, a falta de funcionamento do sistema de pagamento da agência impede que grupos parceiros recebam fundos. Rubio afirmou que algumas ajudas estrangeiras seguirão após uma revisão de 90 dias, mas detalhes sobre esse processo ainda não foram esclarecidos publicamente.
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