Mauro Cid, em sua delação, afirmou ter repassado US$ 86 mil (equivalente a R$ 489 mil) a Jair Bolsonaro entre 2022 e 2023. O valor foi obtido com a venda de kits de joias e relógios que o ex-presidente recebeu como presentes durante sua representação no exterior. Durante o depoimento, Cid confundiu o nome do […]
Mauro Cid, em sua delação, afirmou ter repassado US$ 86 mil (equivalente a R$ 489 mil) a Jair Bolsonaro entre 2022 e 2023. O valor foi obtido com a venda de kits de joias e relógios que o ex-presidente recebeu como presentes durante sua representação no exterior. Durante o depoimento, Cid confundiu o nome do advogado de Bolsonaro, Frederick Wassef, chamando-o de Frederick Youssef ao relatar que ele foi aos Estados Unidos para recomprar um dos kits.
Um policial federal interveio, questionando se era Wassef ou Youssef. Cid, inicialmente confuso, confirmou o nome errado, mas o delegado corrigiu, reiterando Wassef. Cid então reconheceu a correção, o que levou o delegado a comentar que era importante evitar confusões que poderiam envolver outras pessoas na investigação.
Alberto Youssef, mencionado na confusão, é um doleiro notório, conhecido por seu papel no escândalo do Banestado e na Operação Lava Jato, que expôs corrupção na Petrobras. Ele foi preso em março de 2014 por lavagem de dinheiro e, após três anos, foi transferido para prisão domiciliar, usando tornozeleira eletrônica.
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