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Fundador da SPX critica Congresso e aponta ‘grande câncer’ na política brasileira

- Rogério Xavier criticou o Congresso Nacional, considerando-o um "câncer" fiscal. - Ele expressou ceticismo sobre mudanças fiscais após as eleições de 2026. - A pesquisa Datafolha mostrou queda de 11 pontos na popularidade de Lula. - A perda de apoio é vista como surpreendente em um cenário de crescimento econômico. - Especialistas acreditam que a inflação é a principal causa da queda na avaliação do governo.

Durante a CEO Conference 2025, promovida pelo banco BTG Pactual, o sócio e fundador da SPX Capital, Rogério Xavier, criticou severamente o Congresso Nacional e a classe política, expressando seu ceticismo sobre o futuro dos gastos públicos. Ele afirmou que a irresponsabilidade fiscal não é exclusiva do atual governo, mas sim um problema enraizado no […]

Durante a CEO Conference 2025, promovida pelo banco BTG Pactual, o sócio e fundador da SPX Capital, Rogério Xavier, criticou severamente o Congresso Nacional e a classe política, expressando seu ceticismo sobre o futuro dos gastos públicos. Ele afirmou que a irresponsabilidade fiscal não é exclusiva do atual governo, mas sim um problema enraizado no Legislativo, que ele considera o “grande câncer desse país”. Xavier destacou preocupações com as emendas impositivas e a tendência de gastos excessivos dos políticos, afirmando que essas questões não podem ser resolvidas pelo Executivo.

O investidor se mostrou pessimista quanto a mudanças significativas após as eleições de 2026, divergindo de outros participantes do evento. André Esteves, sócio-sênior do BTG e mediador do painel, acredita que a mudança de governo pode impactar o quadro fiscal. Já André Jakurski, sócio-fundador da JGP, mencionou que a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já influenciou os mercados, citando uma pesquisa do Datafolha que revelou uma queda de 11 pontos percentuais na avaliação positiva do governo.

Luís Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset, também presente no painel, considerou a queda de popularidade de Lula surpreendente, especialmente em um contexto de crescimento econômico. Ele atribuiu essa diminuição à inflação e previu que, a um ano da eleição, o mercado começará a reagir ao pleito presidencial. A análise dos participantes reflete um cenário de incertezas políticas e econômicas, com a expectativa de que a popularidade do governo e as decisões do Congresso influenciem diretamente o futuro fiscal do Brasil.

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