A primeira reunião do Gabinete do presidente dos EUA, Donald Trump, destacou a presença do bilionário Elon Musk, que lidera um departamento controverso focado em cortes de gastos. Durante o encontro, Trump defendeu sua agenda, mencionou a visita do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e abordou o déficit público, que Musk afirmou que pode chegar […]
A primeira reunião do Gabinete do presidente dos EUA, Donald Trump, destacou a presença do bilionário Elon Musk, que lidera um departamento controverso focado em cortes de gastos. Durante o encontro, Trump defendeu sua agenda, mencionou a visita do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e abordou o déficit público, que Musk afirmou que pode chegar a US$ 1 trilhão até 2026, embora a meta inicial fosse de US$ 2 trilhões.
Musk, que se apresentou de forma informal, comentou sobre a polêmica gerada por e-mails enviados a funcionários federais, solicitando que explicassem suas funções. Essa ação provocou uma crise interna, levando alguns departamentos a ignorarem as mensagens. Ele justificou a ordem como uma “verificação” e não uma “avaliação de desempenho”, enquanto o Escritório de Gestão Pessoal esclareceu que ninguém era obrigado a responder.
No Congresso, a recepção ao papel de Musk foi mista, com alguns republicanos expressando preocupações sobre a eficácia dos cortes. O líder da maioria no Senado, John Thune, e a deputada Nicole Malliotakis pediram uma abordagem mais cautelosa e respeitosa nas demissões. Após a fala de Musk, Trump apresentou um novo programa de vistos, o “Cartão de Ouro”, que custará US$ 5 milhões e substituirá o visto EB-5.
Trump também abordou questões de política externa, confirmando a visita de Zelensky e criticando a União Europeia, afirmando que ela foi criada para prejudicar os EUA. Ele anunciou tarifas de 25% sobre importações do bloco e evitou comentar sobre a defesa de Taiwan em caso de invasão chinesa. O presidente ainda criticou a retirada das tropas do Afeganistão, ignorando que a decisão foi baseada em um acordo firmado por ele durante seu mandato anterior.
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