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Protestos em Barnard College pedem reversão de expulsões de estudantes envolvidos em manifestação

- Quase 100 estudantes protestaram em Barnard contra expulsões por interrupções. - A administração alertou sobre possíveis ações após agressões de segurança. - Estudantes usaram keffiyehs, simbolizando identidade palestina, durante o ato. - Barnard defende expulsões como medida para manter segurança e integridade acadêmica. - Protestos refletem tensões crescentes sobre o conflito Israel-Palestina nas universidades.

Um grupo de cerca de cem estudantes de Barnard e da Universidade Columbia protestou na quarta-feira dentro do campus de Barnard, em Manhattan, em apoio a dois alunos expulsos por interromper uma aula de história sobre Israel no mês passado. A manifestação, organizada pelo grupo Columbia University Apartheid Divest (CUAD), ocorreu no Milbank Hall, onde […]

Um grupo de cerca de cem estudantes de Barnard e da Universidade Columbia protestou na quarta-feira dentro do campus de Barnard, em Manhattan, em apoio a dois alunos expulsos por interromper uma aula de história sobre Israel no mês passado. A manifestação, organizada pelo grupo Columbia University Apartheid Divest (CUAD), ocorreu no Milbank Hall, onde os estudantes realizaram um sit-in, usando keffiyehs e fazendo barulho com tambores.

Um porta-voz de Barnard informou que os manifestantes agrediram fisicamente um funcionário, que precisou ser hospitalizado. Em contrapartida, o CUAD alegou que a segurança da universidade agrediu e empurrou vários estudantes, derrubando pelo menos um deles. Após um aviso da administração de Barnard sobre possíveis consequências, os protestantes deixaram o local sem mais incidentes.

As expulsões dos alunos foram reveladas pelo CUAD no sábado, e Barnard se recusou a comentar sobre o caso, citando preocupações com a privacidade. A manifestação foi parte de uma semana de ações contra as expulsões, que ocorreram após a interrupção da aula em 21 de janeiro, quando folhetos com imagens violentas foram distribuídos. A presidente de Barnard, Laura Rosenbury, afirmou que a instituição tomará medidas decisivas para garantir um ambiente seguro e propício ao aprendizado.

Os manifestantes exigem a reversão das expulsões, anistia para estudantes disciplinados por ações a favor da Palestina, uma reunião pública com a administração e transparência nos processos disciplinares. A situação em Barnard reflete um contexto mais amplo de protestos em universidades dos EUA, especialmente após a guerra entre Israel e Hamas, com Columbia sendo um ponto focal de tensões e manifestações nos últimos anos.

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