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Ofensiva contra Alexandre de Moraes nos Estados Unidos mobiliza Advocacia-Geral da União

- A Advocacia-Geral da União (AGU) defenderá Alexandre de Moraes nos EUA, inédito. - Projeto na Câmara americana, motivado por decisões de Moraes, foi aprovado em comissão. - A Polícia Federal (PF) pode indiciar novos envolvidos no inquérito do golpe de Estado. - Déficit da Previdência aumentou 60% em nove anos, totalizando R$ 417 bilhões em 2024. - Monitoramento de opositores na ditadura foi revelado em levantamento inédito da PF.

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou que irá defender o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em um processo nos Estados Unidos. A ação, movida pela plataforma de vídeos Rumble e pela Trump Media, busca impedir que decisões de Moraes sejam cumpridas no país. Essa iniciativa faz parte de uma ofensiva bolsonarista contra […]

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou que irá defender o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em um processo nos Estados Unidos. A ação, movida pela plataforma de vídeos Rumble e pela Trump Media, busca impedir que decisões de Moraes sejam cumpridas no país. Essa iniciativa faz parte de uma ofensiva bolsonarista contra o relator do inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado no Brasil.

Na Câmara americana, um projeto que visa barrar a entrada de Moraes nos Estados Unidos foi aprovado em comissão, embora não o mencione diretamente. O autor do projeto afirmou que a decisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro motivou a elaboração do texto. Além disso, a Polícia Federal (PF) está avaliando a possibilidade de apresentar novos indiciados no inquérito relacionado ao golpe, com base em dados obtidos de celulares de figuras como Braga Netto e um coronel do Exército.

Em outro contexto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) está investigando denúncias de desvio de joias e fraudes em vacinas, considerando que os relatórios da PF apresentam indícios sólidos de crimes. A defesa, por sua vez, argumenta que os casos são frágeis. Durante a ditadura, um órgão clandestino do Itamaraty monitorou cerca de 17 mil pessoas, conforme levantamento inédito que analisou quase nove mil telegramas secretos.

Por fim, o déficit da Previdência no Brasil cresceu 60% nos últimos nove anos, com o governo desembolsando R$ 417 bilhões em 2024 para cobrir o rombo. Especialistas sugerem a necessidade de um novo ajuste nas regras de aposentadoria para enfrentar essa situação.

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