O Ministério das Relações Exteriores da Rússia criticou a visita do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a Washington, chamando-a de um “fracasso político e diplomático”. A porta-voz Maria Zakharova destacou a “incapacidade” de Zelensky em negociar e afirmou que suas ações representam uma “ameaça” à comunidade global. Ela também mencionou que o presidente ucraniano está “obcecado […]
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia criticou a visita do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a Washington, chamando-a de um “fracasso político e diplomático”. A porta-voz Maria Zakharova destacou a “incapacidade” de Zelensky em negociar e afirmou que suas ações representam uma “ameaça” à comunidade global. Ela também mencionou que o presidente ucraniano está “obcecado em continuar a guerra”, rejeitando a paz. O ex-presidente russo, Dmitry Medvedev, acrescentou que Zelensky recebeu um “tapa sólido” durante a reunião com o presidente americano, Donald Trump.
Durante o encontro, Trump e Zelensky se envolveram em um bate-boca público, onde Trump alertou Zelensky de que “você não tem as cartas” nas negociações e o acusou de “apostar com a vida de milhões”. A tensão entre os líderes foi evidente, levantando incertezas sobre o apoio dos EUA à Ucrânia e a possibilidade de um acordo sobre minerais estratégicos, que foi cancelado após a discussão. Zelensky, por sua vez, criticou Trump por viver em um “espaço de desinformação”.
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou a discussão como “grotesca” e afirmou que Zelensky foi “humilhado” por Trump. Lula enfatizou a importância do respeito nas relações diplomáticas e defendeu a necessidade de diálogo para resolver o conflito entre Rússia e Ucrânia. Ele destacou que “não há paz se não houver participação dos dois presidentes” envolvidos no conflito.
A visita de Zelensky a Washington tinha como objetivo assinar um acordo que permitiria aos EUA acesso a recursos minerais da Ucrânia, visto como compensação pela ajuda militar e financeira. No entanto, o embate entre os presidentes resultou na desistência do ucraniano em assinar o acordo, evidenciando a fragilidade das negociações em meio à crescente tensão entre os países.
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