A ministra do Planejamento, Simone Tebet, é a mais bem avaliada entre os integrantes do governo Lula, com 62% de aprovação, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel em parceria com a CNN. Apenas 32% dos entrevistados consideram seu trabalho como “ruim ou péssimo”. O chanceler Mauro Vieira e a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, seguem […]
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, é a mais bem avaliada entre os integrantes do governo Lula, com 62% de aprovação, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel em parceria com a CNN. Apenas 32% dos entrevistados consideram seu trabalho como “ruim ou péssimo”. O chanceler Mauro Vieira e a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, seguem Tebet, ambos com 54% de avaliações positivas. Evaristo, que assumiu a pasta após a saída de Silvio Almeida, tem 36% de reprovação, enquanto Vieira apresenta 39%.
Na outra ponta do levantamento, o ministro do Esporte, André Fufuca, obteve apenas 12% de avaliações positivas, com 55% considerando seu trabalho “ruim ou péssimo”. Os ministros Celso Sabino e Juscelino Filho, ambos do União Brasil, também têm avaliações negativas, com 12% e 15% de aprovação, respectivamente. A pesquisa, que ouviu 2.595 pessoas entre 24 e 27 de fevereiro, revela um cenário de insatisfação em relação a esses ministros, que foram indicados pelo Centrão.
A ex-ministra da Saúde, Nísia Trindade, demitida recentemente, estava entre os dez melhores avaliados, com 43% de aprovação. Sua saída foi influenciada por pressões políticas, especialmente do Centrão. O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aparece na 20ª posição, com 32% de aprovação. A reforma ministerial em curso pode ser ampliada, com Lula buscando acomodar interesses políticos, especialmente visando as eleições de 2026.
A pesquisa também questionou a necessidade de uma reforma ministerial, com 42,6% dos entrevistados considerando-a “muito necessária”. No entanto, 45,6% acreditam que mudanças não melhorarão o desempenho do governo. Entre as decisões de Lula, o programa Farmácia Popular foi visto como um acerto por 88% dos participantes, enquanto a “taxa das blusinhas” teve uma avaliação negativa, com 67% considerando-a um erro.
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