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Audiencia Provincial aprova investigação sobre a parceira de Ayuso por novos delitos

- A Audiencia Provincial de Madrid ampliou a investigação sobre Alberto González Amador. - Novos delitos incluem administração desleal e corrupção nos negócios. - Isabel Díaz Ayuso defende Amador, alegando que acusações são exageradas. - O caso envolve fraudes fiscais e transações suspeitas com a Quirón. - Amador pode enfrentar prisão se condenado em ambas as investigações.

A Audiencia Provincial de Madrid autorizou a ampliação da investigação sobre Alberto González Amador, parceiro da presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, por novos delitos de administração desleal e corrupção nos negócios. A decisão foi divulgada após a rejeição do recurso de Amador, que visava encerrar o caso. A nova peça foi aberta […]

A Audiencia Provincial de Madrid autorizou a ampliação da investigação sobre Alberto González Amador, parceiro da presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, por novos delitos de administração desleal e corrupção nos negócios. A decisão foi divulgada após a rejeição do recurso de Amador, que visava encerrar o caso. A nova peça foi aberta em 23 de outubro, e os fatos investigados envolvem transações da consultoria de Amador com a empresa Quirón entre 2020 e 2021.

Amador, que já enfrentava problemas judiciais, viu suas esperanças de um acordo de confissão frustradas quando partidos de oposição solicitaram a inclusão de novos delitos. Ele agora enfrenta a possibilidade de prisão, pois as acusações podem resultar em condenações separadas. Ayuso, que defende seu parceiro, criticou o governo de Pedro Sánchez, alegando que a situação de Amador é uma “caceria”.

A investigação se intensificou após a descoberta de que Amador utilizou uma empresa, Masterman & Whitaker SL, para transferir receitas de Quirón de forma fraudulenta. A Agência Tributária concluiu que a operação era ilícita, e os partidos de esquerda argumentaram que a compra de outra empresa por Amador poderia ser um pagamento disfarçado de comissão. O caso ganhou notoriedade após Amador receber uma comissão de 1,9 milhões de euros por intermediar a compra de máscaras durante a pandemia.

Os advogados de Amador solicitaram que ele preste depoimento na nova investigação e argumentaram que, se os rendimentos de sua consultoria forem considerados ilícitos, isso poderia afetar sua imputação por fraude fiscal. O empresário enfrenta penas que variam de seis meses a cinco anos de prisão, dependendo das condenações.

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