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Senador Cleitinho e ex-prefeito Kalil disputam liderança no Republicanos em Minas Gerais

- Cleitinho lidera com 33% das intenções de voto, enquanto Kalil tem 16%. - Apesar de assédios, Cleitinho reafirma lealdade ao Republicanos. - Kalil ainda não formalizou filiação ao Republicanos, buscando espaço na centro-esquerda. - Cleitinho mantém diálogo com eleitores de centro, evitando oposição total. - A disputa reflete a fragilidade política de Kalil após a derrota em Belo Horizonte.

Os dois principais candidatos ao governo de Minas Gerais, Cleitinho e Alexandre Kalil, estão em uma disputa interna no Republicanos, conforme a pesquisa da Quaest divulgada na quinta-feira. Cleitinho lidera com 33% das intenções de voto, sendo considerado a prioridade da legenda, enquanto Kalil, com 16%, busca se desfilhar para fortalecer sua candidatura. O senador […]

Os dois principais candidatos ao governo de Minas Gerais, Cleitinho e Alexandre Kalil, estão em uma disputa interna no Republicanos, conforme a pesquisa da Quaest divulgada na quinta-feira. Cleitinho lidera com 33% das intenções de voto, sendo considerado a prioridade da legenda, enquanto Kalil, com 16%, busca se desfilhar para fortalecer sua candidatura. O senador tem atraído o interesse de outros partidos, como PL, PRTB e Novo, mas afirma estar confortável no Republicanos, destacando que só mudaria de partido se um “fato novo” ocorresse.

Apesar de sua negativa em deixar o Republicanos, uma filiação ao PL poderia ser coerente com sua trajetória, já que no ano passado apoiou o deputado estadual Bruno Engler (PL) em detrimento do candidato oficial do partido. Cleitinho, que se identifica como bolsonarista, mantém diálogo com eleitores de centro e não se opõe totalmente ao governo federal, apoiando propostas como o fim da escala 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. O apoio do presidente estadual do Republicanos, Euclydes Pettersen, e do presidente nacional, Marcos Pereira, reforça sua posição como candidato da sigla.

Kalil, por sua vez, deixou o PSD após apoiar Tramonte em Belo Horizonte e ainda não formalizou sua filiação ao Republicanos. Sua candidatura ao governo surge após um período de afastamento da vida pública, e seus aliados acreditam que as intenções de voto podem crescer, especialmente na centro-esquerda. O senador Rodrigo Pacheco (PSD), preferido de Lula, aparece com 8% e ainda não decidiu sobre sua candidatura, indicando uma tendência de se afastar da vida política até 2027.

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