Na noite de terça-feira, 4 de fevereiro de 2024, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso na sessão conjunta do Congresso, destacando as ações de seu governo nas primeiras seis semanas de mandato. Trump enfatizou que sua vitória eleitoral representou um “mandato” da população americana e afirmou que sua administração estava “apenas […]
Na noite de terça-feira, 4 de fevereiro de 2024, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso na sessão conjunta do Congresso, destacando as ações de seu governo nas primeiras seis semanas de mandato. Trump enfatizou que sua vitória eleitoral representou um “mandato” da população americana e afirmou que sua administração estava “apenas começando”. Durante sua fala, houve interrupções por parte da bancada democrata, resultando na remoção do congressista Al Green.
Trump abordou diversas medidas de seu governo, incluindo políticas de imigração e mudanças na burocracia federal. Ele celebrou a saída dos EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O presidente também fez críticas ao ex-presidente Joe Biden, chamando-o de “pior presidente da história dos Estados Unidos” e afirmando que, pela primeira vez, mais americanos acreditam que o país está indo na direção certa.
Após cerca de 20 minutos de discurso, Trump mencionou o bilionário Elon Musk, agradecendo por seu trabalho no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE). Musk, que lidera o DOGE, está promovendo a redução de agências governamentais e a diminuição da força de trabalho federal, com o objetivo de “restaurar a democracia”. No entanto, as ações do DOGE estão sob análise legal, com questionamentos sobre possíveis violações de leis de privacidade e direitos dos funcionários federais.
O trabalho do DOGE tem gerado críticas, inclusive entre alguns republicanos, que temem que a redução de serviços essenciais do governo possa comprometer a segurança nacional. Informações indicam que funcionários responsáveis pela manutenção das armas nucleares dos EUA foram demitidos e recontratados rapidamente, levantando preocupações sobre a eficácia e a segurança das operações governamentais.
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