Uma senadora nigeriana, Natasha Akpoti-Uduaghan, foi suspensa por seis meses após apresentar uma petição alegando ter sido sexualmente assediada pelo presidente do Senado, Godswill Akpabio. A acusação foi feita na última sexta-feira, mas a comissão de ética do Senado rejeitou a petição por questões processuais e recomendou a suspensão, alegando que Uduaghan havia trazido ridículo […]
Uma senadora nigeriana, Natasha Akpoti-Uduaghan, foi suspensa por seis meses após apresentar uma petição alegando ter sido sexualmente assediada pelo presidente do Senado, Godswill Akpabio. A acusação foi feita na última sexta-feira, mas a comissão de ética do Senado rejeitou a petição por questões processuais e recomendou a suspensão, alegando que Uduaghan havia trazido ridículo à câmara.
Durante a votação, alguns senadores sugeriram que a suspensão fosse reduzida para três meses, mas a maioria decidiu manter a recomendação de seis meses. Desde a entrevista de Uduaghan à Arise TV, onde fez as acusações, o tema tem gerado intensos debates em todo o país.
Diversas figuras públicas e organizações têm pedido uma investigação transparente sobre o caso. Na quarta-feira, dois grupos de manifestantes se reuniram em frente à Assembleia Nacional em Abuja; um grupo apoiava Akpabio, enquanto o outro exigia sua saída, gritando “Akpabio deve sair”.
A situação continua a ser um ponto focal nas discussões políticas da Nigéria, refletindo a crescente preocupação com questões de assédio e a necessidade de responsabilização entre os líderes do país.
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