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Trump assina ordem para desmantelar o Departamento de Educação dos EUA

- Donald Trump planeja assinar ordem para desmantelar o Departamento de Educação. - Linda McMahon, nova secretária, defende descentralização da educação. - Fechar o departamento exige aprovação do Congresso, mas pode haver cortes. - Trump critica o departamento como exemplo de excesso do governo federal. - Possíveis transferências de funções podem gerar complicações legais.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode assinar uma ordem executiva nesta quinta-feira, instruindo a nova secretária de Educação, Linda McMahon, a iniciar o desmantelamento do Departamento de Educação. Fontes indicam que o rascunho da ordem, mencionado pelo The Wall Street Journal, orienta McMahon a “tomar todas as medidas necessárias para o fechamento do […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode assinar uma ordem executiva nesta quinta-feira, instruindo a nova secretária de Educação, Linda McMahon, a iniciar o desmantelamento do Departamento de Educação. Fontes indicam que o rascunho da ordem, mencionado pelo The Wall Street Journal, orienta McMahon a “tomar todas as medidas necessárias para o fechamento do departamento” dentro dos limites legais. Essa ação está alinhada com a promessa de Trump de descentralizar a educação, devolvendo responsabilidades aos estados.

Embora Trump tenha expressado repetidamente sua intenção de fechar o departamento, a medida exigirá a aprovação de pelo menos sessenta senadores no Congresso, conforme estipulado pela legislação que criou a entidade em 1979. A administração pode, no entanto, optar por reduzir os programas e funcionários do departamento, comprometendo sua funcionalidade, como já ocorreu com outras agências federais.

Durante sua campanha, Trump criticou a “excessiva concentração de poder” em Washington, propondo que a solução seria financiar a liberdade educacional em vez do governo. McMahon, que foi confirmada recentemente, também sugeriu que algumas funções do departamento poderiam ser transferidas para outras áreas do governo, embora isso possa gerar complicações legais.

Historicamente, tentativas de abolir ou fundir o Departamento de Educação não conseguiram apoio significativo no Congresso. Trump, ao longo de sua trajetória política, associou o departamento a questões de “excesso federal” e à “doutrinação” da juventude americana, prometendo “drenar o pântano da educação governamental”.

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