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Cida Gonçalves critica Bolsonaro e afirma que ele ‘logo será insignificante’

- A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, criticou Jair Bolsonaro por ofensas a mulheres. - Bolsonaro está inelegível desde junho de 2023 por violação de regras eleitorais. - Cida afirmou que Bolsonaro logo será "insignificante" e condenou sua misoginia. - O ex-presidente fez comentários depreciativos sobre mulheres petistas em vídeo recente. - O episódio ocorre antes do Dia Internacional da Mulher, destacando a luta por igualdade.

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves (PT), respondeu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após ele afirmar que mulheres petistas são “incomíveis”. Cida declarou que Bolsonaro está inelegível e “logo será insignificante”. Ela criticou a fala do ex-presidente como uma tentativa de desumanizar e silenciar mulheres que pensam diferente dele, reafirmando: “Não nos calaremos. Seguimos na […]

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves (PT), respondeu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após ele afirmar que mulheres petistas são “incomíveis”. Cida declarou que Bolsonaro está inelegível e “logo será insignificante”. Ela criticou a fala do ex-presidente como uma tentativa de desumanizar e silenciar mulheres que pensam diferente dele, reafirmando: “Não nos calaremos. Seguimos na luta por respeito e igualdade”.

O vídeo em que Bolsonaro faz as declarações foi divulgado por seu filho, Jair Renan, e mostra o ex-presidente durante o Carnaval em Angra dos Reis, onde ele diz que mulheres petistas são “feias” e que frequentemente é xingado em aeroportos. Este episódio surge na véspera do Dia Internacional da Mulher, data que promove a conscientização sobre igualdade de gênero e direitos das mulheres.

Bolsonaro já foi condenado anteriormente por declarações machistas, incluindo a afirmação de que a deputada Maria do Rosário (PT) “não merece ser estuprada porque é muito feia”. Ele também foi responsabilizado por comentários sobre a repórter Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S.Paulo. Em 2022, pesquisas mostraram que as eleitoras preferiam Lula, com 52% das intenções de voto entre mulheres, em contraste com 41% para Bolsonaro.

Desde junho de 2023, Bolsonaro está inelegível devido a uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que o impede de participar de disputas até 2030. A decisão foi baseada em uma reunião com embaixadores que violou regras eleitorais. Além disso, ele enfrenta denúncias da PGR por sua suposta participação em uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022, caso que será analisado pelo Supremo Tribunal Federal.

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