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Ministério Público pede arquivamento de investigação contra Igor Melo e Thiago Marques

- O MPRJ pediu arquivamento da investigação contra Igor e Thiago, inocentando-os. - Ambos foram presos após tiroteio com o policial Carlos Alberto de Jesus. - Provas indicam que estavam trabalhando durante o horário do assalto. - Thiago transportava Igor em corrida de aplicativo, corroborado por registros. - A moto de Thiago, essencial para seu trabalho, deve ser devolvida.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou o arquivamento da investigação contra o universitário Igor Melo de Carvalho e o mototaxista Thiago Marques Gonçalves. O incidente ocorreu na madrugada de 24 de fevereiro, quando Igor foi baleado nas costas pelo policial da reserva Carlos Alberto de Jesus. Ambos foram presos sob suspeita de […]

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou o arquivamento da investigação contra o universitário Igor Melo de Carvalho e o mototaxista Thiago Marques Gonçalves. O incidente ocorreu na madrugada de 24 de fevereiro, quando Igor foi baleado nas costas pelo policial da reserva Carlos Alberto de Jesus. Ambos foram presos sob suspeita de roubo de um celular na Penha, Zona Norte do Rio, mas a Promotoria concluiu que não estavam no local do crime.

A promotora Roberta Laplace destacou que Igor e Thiago estavam trabalhando no momento do assalto, entre 01h15 e 01h20. Thiago aceitou uma corrida por aplicativo, transportando Igor, que havia saído do trabalho para a casa de samba Batuq. Essa versão é corroborada por registros eletrônicos do aplicativo, imagens de câmeras de segurança e mensagens de celular, conforme o MPRJ.

Além disso, o MP informou que nenhum objeto roubado foi encontrado com os dois, que foram identificados erroneamente por Josilene da Silva Souza, esposa do policial, apenas com base em suas vestimentas. A Promotoria também pediu a devolução da moto de Thiago, essencial para seu trabalho.

A conduta do policial que efetuou os disparos está sob investigação da Polícia Civil. Ele responde a um procedimento na Corregedoria da PM, onde pode enfrentar punições severas, incluindo a exclusão da corporação e a perda de direitos como o porte de arma.

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