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Yoon Suk Yeol é libertado após quase dois meses de prisão na Coreia do Sul

- Yoon Suk Yeol, presidente afastado da Coreia do Sul, foi solto após 205 dias. - Ele estava preso por insurreição, após tentar impor lei marcial em dezembro. - Promotores desistiram de recorrer da decisão que suspendeu seu mandado de prisão. - O Tribunal Constitucional decidirá sobre seu impeachment nos próximos dias. - Yoon alega que suas ações visavam resolver uma "crise existencial" no país.

O presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi solto neste sábado, 8 de fevereiro de 2024, após a Justiça suspender seu mandado de prisão. Yoon estava detido desde 15 de janeiro, acusado de insurreição por sua tentativa de impor uma lei marcial em dezembro. Os promotores decidiram não recorrer da decisão que […]

O presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi solto neste sábado, 8 de fevereiro de 2024, após a Justiça suspender seu mandado de prisão. Yoon estava detido desde 15 de janeiro, acusado de insurreição por sua tentativa de impor uma lei marcial em dezembro. Os promotores decidiram não recorrer da decisão que permitiu sua libertação, embora ele continue suspenso de suas funções.

Yoon, de 64 anos, deixou o centro de detenção sorridente e agradeceu aos apoiadores, afirmando: “Curvo minha cabeça em gratidão ao povo desta nação.” Sua prisão ocorreu após semanas de resistência em sua residência, onde sua equipe tentou impedir a detenção. Ele se tornou o primeiro presidente sul-coreano em exercício a ser preso, enfrentando um processo de impeachment que está sendo analisado pelo Tribunal Constitucional.

A tentativa de Yoon de suspender o governo civil, em 3 de dezembro, durou apenas seis horas, sendo rapidamente contestada pelo Parlamento. Ele alegou que a oposição estava bloqueando a aprovação do orçamento e que havia infiltração da Coreia do Norte. O caso criminal, que pode resultar em pena de prisão perpétua, prosseguirá independentemente do resultado do impeachment.

Durante sua defesa no Tribunal Constitucional, Yoon argumentou que o país enfrenta “uma crise existencial.” A decisão sobre seu impeachment deve ser anunciada em breve, enquanto a investigação sobre suas ações continua, destacando a gravidade das acusações que enfrenta.

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