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Humberto Costa critica federação do PT com PCdoB e PV: ‘Mais perdeu que ganhou’

- O senador Humberto Costa defende o fim da federação entre PT, PCdoB e PV. - Ele argumenta que o PT tem perdido mais do que ganho com a aliança atual. - Costa sugere mudanças nos princípios e estatutos para melhorar a situação. - A federação, criada em 2022, exige candidatos únicos em eleições majoritárias. - O senador assumiu a presidência interina do PT após a saída de Gleisi Hoffmann.

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O senador Humberto Costa (PE), presidente interino do PT, manifestou a necessidade de reavaliar a federação do partido com o PCdoB e o PV, afirmando que, sob os termos atuais, o PT tem mais perdido do que ganho. Em entrevista ao portal Metrópoles, Costa destacou que, embora os partidos aliados tenham importância política, é essencial […]

O senador Humberto Costa (PE), presidente interino do PT, manifestou a necessidade de reavaliar a federação do partido com o PCdoB e o PV, afirmando que, sob os termos atuais, o PT tem mais perdido do que ganho. Em entrevista ao portal Metrópoles, Costa destacou que, embora os partidos aliados tenham importância política, é essencial rediscutir os princípios e estatutos da federação, que foi formada em 2022 para apoiar a eleição de Lula à Presidência.

O senador ressaltou que o PT, que historicamente tem contribuído para a eleição de parlamentares, deixou de conquistar mandatos significativos devido à atual configuração da federação. Ele sugeriu que uma das alternativas para beneficiar o PT seria atribuir um peso diferenciado aos partidos na eleição dos congressistas, caso haja uma readaptação do estatuto. “Acredito que podemos ter a continuidade. Caso não aconteça, não será uma vantagem para o PT”, afirmou.

A Federação Brasil da Esperança, que inclui o PT, PCdoB e PV, estabelece que os partidos devem escolher candidatos únicos para cargos majoritários e tem validade de quatro anos, sem possibilidade de rompimento. Humberto Costa assumiu a presidência do PT em um “mandato tampão”, após a saída de Gleisi Hoffmann, que se tornou ministra de Relações Institucionais do governo Lula.

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