A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já foi emitida mais de 21,5 milhões de vezes no Brasil, com crianças e adolescentes representando 34% desse total, ou seja, 7,2 milhões de registros. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A adesão entre os jovens é impulsionada […]
A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já foi emitida mais de 21,5 milhões de vezes no Brasil, com crianças e adolescentes representando 34% desse total, ou seja, 7,2 milhões de registros. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A adesão entre os jovens é impulsionada pela familiaridade com tecnologias e pela necessidade de um documento oficial com foto, já que muitos não possuíam o antigo Registro Geral (RG).
A CIN estabelece um padrão unificado em todo o país, eliminando a emissão de diferentes RGs nas 27 unidades da federação. Com a nova identidade, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) se torna o único número de identificação do cidadão no Brasil. O governo destaca que a CIN aumenta a segurança, pois inclui biometria facial, impressões digitais dos dez dedos e um QR code para validação na plataforma GOV.BR.
Para obter a nova Carteira de Identidade, o cidadão deve apresentar a certidão de nascimento ou de casamento, em formato físico ou digital. O agendamento pode ser feito nos Institutos de Identificação dos estados e do Distrito Federal. O governo disponibiliza uma lista de links para agendamento por localidades em seu portal oficial.
A primeira via da CIN e as renovações, tanto em papel quanto em formato digital pelo aplicativo gov.br, são gratuitas, conforme a Lei 7.116/83. No entanto, a segunda via é paga, com taxas variando entre os estados. Caso o cidadão opte pela versão em policarbonato (plástico), haverá cobrança adicional pelo órgão emissor.
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