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Padilha assume o Ministério da Saúde e promete combater o negacionismo na pandemia

- Alexandre Padilha assume como ministro da Saúde, substituindo Nísia Trindade. - Em discurso, critica a gestão de Jair Bolsonaro e o negacionismo na pandemia. - Promete reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados no SUS. - Destaca a importância da vacinação e colaboração com organismos internacionais. - Padilha já foi ministro entre 2011 e 2014, e Lula aposta em sua experiência.

A cerimônia de posse de Alexandre Padilha como novo ministro da Saúde ocorreu no Palácio do Planalto, substituindo Nísia Trindade. Durante seu discurso, Padilha criticou as políticas do ex-presidente Jair Bolsonaro na gestão da pandemia de Covid-19, referindo-se a membros do governo anterior como “negacionistas” com “as mãos sujas de sangue” pelas mortes ocorridas. Ele […]

A cerimônia de posse de Alexandre Padilha como novo ministro da Saúde ocorreu no Palácio do Planalto, substituindo Nísia Trindade. Durante seu discurso, Padilha criticou as políticas do ex-presidente Jair Bolsonaro na gestão da pandemia de Covid-19, referindo-se a membros do governo anterior como “negacionistas” com “as mãos sujas de sangue” pelas mortes ocorridas. Ele enfatizou que seu governo não permitirá que discursos irresponsáveis impeçam a proteção da vida das famílias brasileiras.

Empossado em 10 de fevereiro de 2024, Padilha expressou sua “obsessão” em reduzir o tempo de espera para atendimentos especializados no Brasil. Com cerca de 1,3 mil convidados presentes, ele destacou que não há soluções mágicas para problemas que se arrastam há décadas e que sua gestão incluirá o setor privado e universidades no debate sobre saúde. O novo ministro reafirmou a importância da vacinação como prioridade.

Padilha também se comprometeu a trabalhar em colaboração com organismos internacionais de saúde, como a OMS, para fortalecer o programa de imunização no Brasil. Ele ressaltou que apoiar a OMS é essencial para iniciativas como a vacinação contra a poliomielite e o combate a infecções sexualmente transmissíveis. O ministro, que já havia ocupado a pasta entre 2011 e 2014, afirmou estar “ainda mais cheio de energia” para enfrentar os desafios atuais.

O presidente Lula acredita que a experiência política de Padilha será crucial para impulsionar os programas de saúde e melhorar a avaliação da gestão petista. Um dos principais focos de Padilha será o fortalecimento do Programa Mais Acesso a Especialistas, visando melhorar o acesso à saúde no país.

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