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Polícia Federal investiga desaparecimento de sueca acusada de racismo no Rio

- A sueca-iraniana Fantase Baghme Amineh Borhany foi presa por racismo em novembro. - A 29ª Vara Criminal investiga se ela deixou o Brasil irregularmente. - Fantase não foi encontrada no endereço indicado e a PF verificará sua saída. - O racismo ocorreu após descontentamento com um pedido em fast food. - Ela já responde por outro crime semelhante em Copacabana, no mesmo mês.

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A 29ª Vara Criminal da Capital do Rio de Janeiro acionou a Polícia Federal para investigar se a sueca-iraniana Fantase Baghme Amineh Borhany deixou o país de forma irregular. A estrangeira não foi encontrada no endereço indicado durante a audiência de custódia, e a PF deve verificar se há registro de saída dela do Brasil. […]

A 29ª Vara Criminal da Capital do Rio de Janeiro acionou a Polícia Federal para investigar se a sueca-iraniana Fantase Baghme Amineh Borhany deixou o país de forma irregular. A estrangeira não foi encontrada no endereço indicado durante a audiência de custódia, e a PF deve verificar se há registro de saída dela do Brasil. Fantase é acusada de racismo contra três funcionários de uma famosa rede de fast food no Centro do Rio, em um incidente ocorrido no dia 4 de novembro de 2024.

O crime teria sido motivado pela insatisfação de Fantase com uma bebida de café com leite. Ela foi presa em flagrante, mas conseguiu a liberdade provisória sob a condição de comparecer mensalmente ao juízo e manter uma distância mínima de 200 metros das vítimas. Durante o depoimento na delegacia, as vítimas relataram que a estrangeira estava bastante alterada e proferiu ofensas, incluindo frases como “Você é uma imunda! Eu sou melhor que você! Monkey! Minha pulseira compra vocês! Sai daqui seu preto barrigudo, viado!”.

Além das acusações relacionadas ao fast food, Fantase também enfrenta um processo por um crime semelhante ocorrido em um mercado em Copacabana, também em novembro de 2024. As autoridades continuam a apurar os fatos e a situação legal da acusada, que levanta preocupações sobre comportamentos racistas e a resposta do sistema judiciário.

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