A auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o fundo de pensão Previ, dos trabalhadores do Banco do Brasil, completa um mês sem declarações do presidente Lula sobre as descobertas. O pedido de auditoria foi feito pelo ministro Walton Alencar, que destacou um déficit de R$ 14 bilhões entre janeiro e novembro de […]
A auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o fundo de pensão Previ, dos trabalhadores do Banco do Brasil, completa um mês sem declarações do presidente Lula sobre as descobertas. O pedido de auditoria foi feito pelo ministro Walton Alencar, que destacou um déficit de R$ 14 bilhões entre janeiro e novembro de 2024, alertando para os riscos associados ao cumprimento dos compromissos da Previ.
Walton classificou a situação como gravíssima, mencionando que as informações disponíveis no site da Previ levantam preocupações sérias. Ele enfatizou a necessidade de uma auditoria urgente, dada a relevância das informações para a fiscalização e a proteção do erário. A Previ, por sua vez, refutou os prejuízos indicados pelo TCU.
Os auditores do TCU iniciaram o levantamento de informações na Previ em 17 de fevereiro, com uma reunião inicial sobre investimentos e governança. O trabalho na sede da Previ se estendeu até 22 de fevereiro, e a conclusão da auditoria está prevista para 14 de março. A Previ expressou confiança na robustez de sua governança e na eficiência de seus processos, reafirmando seu compromisso com a segurança dos associados.
A situação continua a ser monitorada, e a falta de resposta do governo pode impactar a percepção pública sobre a gestão do fundo. A auditoria do TCU é vista como uma oportunidade para esclarecer as operações da Previ e restaurar a confiança dos associados.
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