Começou nesta terça-feira, 11 de março de 2024, o julgamento de sete profissionais de saúde envolvidos na morte de Diego Maradona, ocorrida em novembro de 2020. A audiência teve início nos tribunais de San Isidro, na Argentina, e deve se estender até julho, com mais de 120 testemunhas convocadas. Os réus incluem o neurocirurgião Leopoldo […]
Começou nesta terça-feira, 11 de março de 2024, o julgamento de sete profissionais de saúde envolvidos na morte de Diego Maradona, ocorrida em novembro de 2020. A audiência teve início nos tribunais de San Isidro, na Argentina, e deve se estender até julho, com mais de 120 testemunhas convocadas. Os réus incluem o neurocirurgião Leopoldo Luciano Luque, a psiquiatra Agustina Cosachov, e outros profissionais que atuaram no tratamento de Maradona.
O promotor Patricio Ferrari afirmou que os acusados “aumentaram o risco permitido”, resultando na morte do ex-jogador, e qualificou a internação domiciliar como “temerária e sem precedentes”. Durante a audiência, uma foto de Maradona foi exibida, evidenciando seu estado de saúde deteriorado. Ferrari destacou que os profissionais de saúde “o condenaram ao esquecimento” e que isso será provado ao longo do julgamento.
Os filhos de Maradona e suas irmãs são os autores do processo, enquanto os réus negam qualquer responsabilidade. O advogado de Cosachov, Vadim Mischanchuk, expressou otimismo quanto à absolvição, argumentando que a psiquiatra cuidava da saúde mental de Maradona, que faleceu devido a um evento cardíaco.
A família de Maradona, representada por seus filhos, busca justiça e afirma que a equipe médica tinha conhecimento da gravidade da situação do jogador. Dalma e Gianinna Maradona pediram repetidamente nas redes sociais por justiça, ecoando o sentimento de muitos argentinos que se manifestaram em apoio à causa. A ex-companheira de Maradona, Verónica Ojeda, também esteve presente no tribunal, agradecendo o apoio recebido.
Entre na conversa da comunidade