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Valdemar Costa Neto solicita ao STF a revogação de proibições e devolução de bens pessoais

- Valdemar Costa Neto, presidente do PL, busca revogar proibição de contato com Bolsonaro. - Reunião com Alexandre de Moraes ocorreu no STF, acompanhada por advogado. - Defesa argumenta que ausência de denúncia pela PGR justifica a revogação das restrições. - Valdemar também solicita devolução de itens apreendidos, incluindo relógio Rolex. - Investigação da PF apontou associação criminosa, mas PGR não encontrou provas suficientes.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, se reuniu hoje com o ministro Alexandre de Moraes para solicitar a revogação da proibição de comunicação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Valdemar compareceu pessoalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) por volta das 14h, acompanhado do advogado Marcelo Bessa. A defesa já havia enviado um pedido ao STF […]

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, se reuniu hoje com o ministro Alexandre de Moraes para solicitar a revogação da proibição de comunicação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Valdemar compareceu pessoalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) por volta das 14h, acompanhado do advogado Marcelo Bessa. A defesa já havia enviado um pedido ao STF para revogar todas as medidas cautelares impostas a ele, que inclui a proibição de deixar o país.

O advogado argumenta que Valdemar não foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que investiga a tentativa de golpe de Estado, o que, segundo ele, tornaria as restrições injustificáveis. Além disso, Valdemar solicitou a devolução de um relógio Rolex e de outros itens de luxo apreendidos durante a investigação da Polícia Federal (PF).

Valdemar foi indiciado pela PF por associação criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, com a PF afirmando que a ação do PL no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que questionava as urnas eletrônicas, fazia parte da suposta trama golpista. Apesar disso, a PGR não encontrou elementos suficientes para apresentar uma denúncia contra ele.

Após a derrota nas eleições para Lula, o PL acionou o TSE pedindo uma “verificação extraordinária” das urnas, com base em um estudo do Instituto Voto Legal, que não conseguiu comprovar irregularidades.

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