O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, exonerou, nesta quarta-feira, o secretário-executivo Swedenberger do Nascimento Barbosa. A demissão ocorre após a saída da ex-ministra Nísia Trindade, que foi dispensada pelo presidente Lula por não apresentar resultados que melhorassem a popularidade do governo. Para substituir Barbosa, Padilha nomeou Adriano Massuda e tem promovido mudanças na equipe […]
O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, exonerou, nesta quarta-feira, o secretário-executivo Swedenberger do Nascimento Barbosa. A demissão ocorre após a saída da ex-ministra Nísia Trindade, que foi dispensada pelo presidente Lula por não apresentar resultados que melhorassem a popularidade do governo. Para substituir Barbosa, Padilha nomeou Adriano Massuda e tem promovido mudanças na equipe desde que assumiu a pasta.
Nesta quarta, Padilha se reuniu com 82 parlamentares, tanto da base quanto da oposição, na liderança do governo na Câmara. A ação faz parte da iniciativa chamada “UPA – Unidade Padilhando de Atendimento”, uma referência à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que visa atender as demandas de deputados e senadores em busca de recursos para emendas parlamentares. O ministro também se encontrou com a bancada feminina da Câmara, coordenada pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), onde ouviu as prioridades das parlamentares e reafirmou o compromisso do governo com a saúde da mulher.
Além disso, Padilha se reuniu com o senador Otto Alencar (PSD-BA) para discutir a aprovação de um projeto de lei sobre a política de humanização do luto parental, que tem a senadora Augusta Brito (PT-CE) como relatora. O ministro também teve uma audiência com o senador Eduardo Gomes (PL-TO) e a secretária de Saúde do Tocantins, onde discutiram projetos prioritários para o estado e o município, incluindo uma conversa com o prefeito de Palmas.
Padilha, que assumiu o cargo na última segunda-feira (10), fez uma brincadeira ao afirmar que instalou uma “Unidade de Pronto Atendimento do Padilha” no Congresso. Ele substituiu Nísia Trindade, que enfrentou críticas por sua falta de habilidade nas negociações políticas. Padilha, que já atuou na Secretaria de Relações Institucionais, também foi alvo de críticas, mas agora busca fortalecer a articulação política do governo com o Legislativo.
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