A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma avaliação negativa crescente, com 55% dos brasileiros desaprovando seu governo, segundo pesquisa do Ipsos-Ipec divulgada nesta quinta-feira, 13. A aprovação do governo caiu para 40%, uma queda de 7 pontos em relação à pesquisa anterior. O levantamento, realizado entre 7 e 11 de […]
A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma avaliação negativa crescente, com 55% dos brasileiros desaprovando seu governo, segundo pesquisa do Ipsos-Ipec divulgada nesta quinta-feira, 13. A aprovação do governo caiu para 40%, uma queda de 7 pontos em relação à pesquisa anterior. O levantamento, realizado entre 7 e 11 de março com 2.000 entrevistados, apresenta uma margem de erro de 2 pontos. A desaprovação é mais acentuada entre aqueles com renda familiar superior a 5 salários mínimos (72%) e evangélicos (66%).
No Congresso Nacional, a situação é semelhante. 49,1% dos deputados federais e 46,2% dos senadores avaliam a gestão de Lula como ruim ou péssima, conforme o Ranking dos Políticos. Apenas 28,2% dos deputados consideram a administração ótima ou boa, enquanto 30,8% dos senadores compartilham essa visão positiva. A pesquisa também revelou que 64,5% dos deputados e 53,8% dos senadores avaliam a relação do governo com o Legislativo como ruim ou péssima.
A pesquisa também abordou a confiança no presidente, revelando que 58% dos entrevistados não confiam em Lula, um aumento de 6 pontos desde a última pesquisa. A confiança é maior entre os moradores do Nordeste (55%) e os católicos (50%). Por outro lado, a desconfiança é predominante entre os evangélicos (70%) e aqueles com ensino superior (65%).
Além disso, a pesquisa indicou que 41% dos brasileiros consideram o governo Lula ruim ou péssimo, enquanto 27% o avaliam como bom ou ótimo. Essa é a primeira vez que a avaliação negativa supera a positiva no terceiro mandato do presidente. A insatisfação com a gestão aumentou 7 pontos desde a última pesquisa, refletindo um cenário desafiador para o governo em sua articulação política e popularidade.
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