A Universidade Johns Hopkins anunciou nesta quinta-feira a demissão de mais de 2 mil funcionários devido ao corte significativo no financiamento da ajuda externa americana, promovido pelo governo de Donald Trump. Em um comunicado, a instituição, localizada em Baltimore, Maryland, destacou que o encerramento de mais de US$ 800 milhões em verbas da USAID impactará […]
A Universidade Johns Hopkins anunciou nesta quinta-feira a demissão de mais de 2 mil funcionários devido ao corte significativo no financiamento da ajuda externa americana, promovido pelo governo de Donald Trump. Em um comunicado, a instituição, localizada em Baltimore, Maryland, destacou que o encerramento de mais de US$ 800 milhões em verbas da USAID impactará projetos essenciais tanto localmente quanto internacionalmente.
Os cortes incluem 1.975 cargos em projetos em 44 países e 247 empregos nos Estados Unidos, afetando programas cruciais, como a escola de medicina e a escola de saúde pública. A universidade também mencionou a Jhpiego, uma organização sem fins lucrativos que atua na melhoria da saúde global, ressaltando o orgulho pelo trabalho realizado em áreas como saúde materno-infantil e acesso à água potável.
Com esses cortes, a Johns Hopkins se torna uma das universidades mais afetadas pela redução do financiamento federal para pesquisa. A instituição recebe aproximadamente US$ 1 bilhão anualmente dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e atualmente realiza 600 testes clínicos. A universidade está envolvida em um processo federal contestando os cortes.
A USAID, principal financiadora da Jhpiego, opera programas de saúde e emergência em cerca de 120 países. A decisão de Trump de congelar a ajuda externa visa reavaliar as despesas, mas críticos alertam que essa redução pode impactar milhões de pessoas que dependem desses serviços.
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