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Marcelo Rubens Paiva revela políticos que gostaria de ver na presidência

- Marcelo Rubens Paiva, autor de "Ainda Estou Aqui", é filho do ex-deputado Rubens Paiva. - Na entrevista, ele discutirá a morte do pai e candidatos à presidência. - Paiva menciona Haddad, Simone Tebet e Geraldo Alckmin como fortes nomes. - Ele relembra as incertezas sobre as circunstâncias da morte do pai em 1971. - O livro inspirou um filme que ganhou o Oscar de melhor filme internacional.

Na próxima terça-feira, 18 de junho, o programa Provoca, da TV Cultura, apresentará uma entrevista entre o apresentador Marcelo Tas e o escritor Marcelo Rubens Paiva, autor do livro que inspirou o filme Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar. Durante a conversa, Paiva relembrará seu pai, Rubens Paiva, ex-deputado assassinado pela ditadura militar, e discutirá […]

Na próxima terça-feira, 18 de junho, o programa Provoca, da TV Cultura, apresentará uma entrevista entre o apresentador Marcelo Tas e o escritor Marcelo Rubens Paiva, autor do livro que inspirou o filme Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar. Durante a conversa, Paiva relembrará seu pai, Rubens Paiva, ex-deputado assassinado pela ditadura militar, e discutirá possíveis candidatos à presidência. Ele mencionou três nomes que considera fortes: Fernando Haddad, Simone Tebet e o atual vice-presidente Geraldo Alckmin.

Marcelo Rubens Paiva também abordará as dificuldades em esclarecer as circunstâncias da morte de seu pai, que foi assassinado em janeiro de 1971 após ser detido por agentes da ditadura. Ele afirmou: “Meu pai não é um morto. Meu pai é um caso.” Paiva expressou a incerteza em torno do desaparecimento e da morte de Rubens Paiva, ressaltando que ainda não se sabe a data ou a causa de sua morte, que permanece envolta em mistério.

Como o único homem entre os cinco filhos de Rubens Paiva, Marcelo tinha apenas 11 anos quando seu pai foi assassinado. Desde então, viveu com as incertezas sobre o destino do patriarca e acompanhou a luta de sua mãe, Eunice Paiva, por justiça. Tornou-se jornalista e escritor, e em agosto de 2015 lançou o livro autobiográfico que foi adaptado para o cinema por Walter Salles, tornando-se o primeiro filme brasileiro a conquistar o Oscar na categoria de melhor filme internacional.

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