Neste sábado, 15 de março de 2024, o presidente Lula (PT) celebrou os 40 anos da redemocratização brasileira, destacando a posse de José Sarney como um marco histórico. Lula enfatizou que essa data simboliza o reencontro do Brasil com a democracia após mais de duas décadas de ditadura militar. Em suas redes sociais, ele afirmou: […]
Neste sábado, 15 de março de 2024, o presidente Lula (PT) celebrou os 40 anos da redemocratização brasileira, destacando a posse de José Sarney como um marco histórico. Lula enfatizou que essa data simboliza o reencontro do Brasil com a democracia após mais de duas décadas de ditadura militar. Em suas redes sociais, ele afirmou: “É preciso defendê-la todos os dias daqueles que, ainda hoje, planejam a volta do autoritarismo.” O presidente também ressaltou a importância de conscientizar as novas gerações sobre os riscos da ditadura e a perda de direitos que ela representa.
Lula homenageou os brasileiros que lutaram pela redemocratização, reforçando que a defesa da liberdade deve ser um compromisso diário. Ele declarou que “hoje é dia de lembrar e homenagear todos os brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratização do Brasil.” O presidente destacou que a memória dos que resistiram deve ser preservada como exemplo de coragem e resistência. Ele também mencionou que os últimos 40 anos representam o período mais longevo da democracia no Brasil.
José Sarney assumiu a presidência em um contexto de incerteza, após a hospitalização de Tancredo Neves, e foi empossado oficialmente um mês depois, após o falecimento de Neves. O ex-presidente comemorou o que considera o maior período democrático do país, sem hiatos, e criticou os eventos de 8 de janeiro, que considerou “extremamente danosos”. Sarney lembrou que sua gestão foi marcada pela ameaça de um retorno ao autoritarismo, mas que, com habilidade política, conseguiu criar as condições para a elaboração da Constituição Cidadã de 1988.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também se manifestou sobre a data, lembrando que nasceu após esse marco. Ele afirmou que carrega a responsabilidade de representar uma geração que considera a democracia um princípio básico. Motta destacou que “a democracia é um bem inegociável” e que seguirá utilizando a Constituição como guia na defesa do Brasil e dos brasileiros.
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