A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro questionou os cálculos apresentados pela delegada aposentada Adriana Belém, que está envolvida em investigações relacionadas a contravenções. Ela reivindica na Justiça o pagamento de licenças-prêmio não gozadas durante seu tempo de serviço. Atualmente, Adriana solicita um montante de R$ 703 mil. Entretanto, a PGE argumenta que […]
A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro questionou os cálculos apresentados pela delegada aposentada Adriana Belém, que está envolvida em investigações relacionadas a contravenções. Ela reivindica na Justiça o pagamento de licenças-prêmio não gozadas durante seu tempo de serviço. Atualmente, Adriana solicita um montante de R$ 703 mil.
Entretanto, a PGE argumenta que o valor devido ao Estado não ultrapassa R$ 602 mil. A divergência nos valores levanta questões sobre a precisão dos cálculos apresentados pela ex-servidora. Adriana Belém começou a reivindicar esse direito após sua aposentadoria, ocorrida em 2022.
A situação gera um debate sobre a legalidade e a legitimidade das reivindicações de servidores aposentados em relação a benefícios não usufruídos. A análise dos cálculos e a definição do valor correto a ser pago ainda estão em andamento, enquanto o processo judicial segue seu curso.
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