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Pentágono mobiliza destroyer para reforçar segurança na fronteira sul dos EUA

- O Pentágono enviou o destroyer USS Gravely para patrulhar a fronteira sul. - A medida visa reforçar a segurança nacional e combater a imigração ilegal. - O navio pode auxiliar na detenção de imigrantes em colaboração com a Guarda Costeira. - Donald Trump classifica cartéis de drogas como organizações terroristas, exigindo ação. - O Gravely, com mais de 155 metros, é maior que embarcações da Guarda Costeira.

O Pentágono enviou o destroyer USS Gravely para reforçar a segurança na fronteira sul dos Estados Unidos, uma ação incomum que reflete a utilização das Forças Armadas para conter o que o ex-presidente Donald Trump classifica como “invasão”. O navio, que possui capacidade de lançar mísseis guiados, foi designado para patrulhar áreas que normalmente são […]

O Pentágono enviou o destroyer USS Gravely para reforçar a segurança na fronteira sul dos Estados Unidos, uma ação incomum que reflete a utilização das Forças Armadas para conter o que o ex-presidente Donald Trump classifica como “invasão”. O navio, que possui capacidade de lançar mísseis guiados, foi designado para patrulhar áreas que normalmente são monitoradas pela Guarda Costeira dos EUA. O general Gregory Guillot, responsável pelo Comando Norte, afirmou que essa medida visa proteger a integridade territorial e a segurança do país.

Além de patrulhas, o envio do Gravely busca proporcionar uma resposta robusta a ameaças como terrorismo marítimo, crime transnacional e imigração ilegal. A decisão é parte da resposta do Departamento de Defesa à ordem de Trump para reforçar a segurança na fronteira. No entanto, autoridades não esclareceram se a presença do destroyer é uma solução para a falta de navios da Guarda Costeira ou uma demonstração de força contra cartéis de drogas.

Trump classificou oito grupos criminosos como organizações terroristas, enfatizando a necessidade de uma guerra contra os cartéis. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, reiterou que a segurança da fronteira é uma prioridade nacional, enviando tropas para apoiar as operações do Departamento de Segurança Interna na divisa com o México. O Gravely poderá realizar patrulhas no Mar do Caribe ou no Golfo do México, que Trump renomeou como Golfo da América.

O destroyer, com mais de 155 metros de comprimento, é maior que as embarcações da Guarda Costeira e transporta mísseis de cruzeiro Tomahawk. No ano passado, esteve envolvido em operações no Oriente Médio, incluindo a escolta do porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower. O Gravely viajará com agentes da Guarda Costeira, o que levanta a possibilidade de sua utilização para auxiliar na detenção de imigrantes no mar, uma função que a Guarda Costeira desempenha, enquanto os militares têm restrições nesse aspecto.

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