Um inquérito público sobre os crimes da enfermeira britânica Lucy Letby pode ser suspenso devido a novas evidências que questionam suas condenações. Letby, de 35 anos, foi considerada culpada pelo assassinato de sete bebês e pela tentativa de assassinato de outros oito entre junho de 2015 e junho de 2016, enquanto trabalhava na unidade neonatal […]
Um inquérito público sobre os crimes da enfermeira britânica Lucy Letby pode ser suspenso devido a novas evidências que questionam suas condenações. Letby, de 35 anos, foi considerada culpada pelo assassinato de sete bebês e pela tentativa de assassinato de outros oito entre junho de 2015 e junho de 2016, enquanto trabalhava na unidade neonatal do Hospital Countess of Chester (COCH). Apesar de ter falhado em vários recursos, especialistas médicos começaram a contestar as provas que levaram à sua condenação.
A defesa de Letby solicitou à Comissão de Revisão de Casos Criminais (CCRC) que reexamine suas condenações, apontando que podem existir explicações alternativas para as mortes, como gestão inadequada e causas naturais. A advogada Kate Blackwell, que representa os gerentes seniores do COCH, pediu a suspensão do inquérito até que as novas evidências sejam avaliadas. Ela enfatizou que ignorar essas informações seria um erro.
A presidente do inquérito, Kathryn Thirlwall, indicou que considerará os pedidos de suspensão, que foram feitos por gerentes do hospital, um parlamentar e o advogado de Letby. Enquanto isso, a polícia continua a investigar se Letby pode ter assassinado outros bebês e ampliou seu inquérito para incluir possíveis homicídios culposos corporativos e negligência grave.
Peter Skelton, advogado de várias famílias envolvidas, defendeu que a conclusão da investigação é essencial, criticando as novas evidências apresentadas como antigas e com falhas analíticas. Ele destacou que a busca por justiça deve prevalecer, independentemente das dúvidas levantadas sobre a culpabilidade de Letby.
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