O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma crescente crise de popularidade, com 53% dos entrevistados reprovando sua gestão, segundo a pesquisa PoderData. A aprovação do governo caiu para 41%, os piores índices desde o início do monitoramento. No Nordeste, tradicional reduto eleitoral do petista, a diferença entre aprovação e desaprovação […]
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma crescente crise de popularidade, com 53% dos entrevistados reprovando sua gestão, segundo a pesquisa PoderData. A aprovação do governo caiu para 41%, os piores índices desde o início do monitoramento. No Nordeste, tradicional reduto eleitoral do petista, a diferença entre aprovação e desaprovação caiu de 20 para apenas 4 pontos percentuais. A avaliação do trabalho pessoal de Lula também é negativa, com 41% considerando sua atuação “ruim ou péssima”.
No mercado financeiro, a percepção sobre a economia brasileira é pessimista. A pesquisa Genial/Quaest revela que 93% dos agentes financeiros acreditam que a política econômica está na direção errada. A desaprovação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, saltou para 58%, enquanto apenas 10% avaliam seu trabalho positivamente. Além disso, 83% dos entrevistados esperam uma piora na economia nos próximos doze meses, com 58% considerando que o Brasil corre risco de recessão.
A avaliação negativa do governo Lula permanece alta entre os agentes do mercado, com 88% considerando sua gestão ruim ou péssima. Os principais fatores citados para essa percepção incluem o aumento dos preços dos alimentos (64%) e erros na política econômica (56%). Em contraste, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, obteve uma avaliação relativamente positiva, com 45% dos entrevistados considerando sua atuação boa.
A pesquisa também indica que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o político que mais inspira confiança no mercado financeiro, com 68% dos entrevistados afirmando confiar nele. Em comparação, apenas 3% confiam em Lula. A insatisfação com a condução econômica do governo federal se reflete na queda de popularidade de Haddad e na crescente confiança em líderes estaduais, como Zema e Ratinho Jr.
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