O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), criticou o valor das emendas parlamentares no Orçamento de 2025, considerando-o “exagerado”. Ele argumentou que o montante de R$ 61,7 bilhões para emendas impede a ampliação de investimentos no Brasil. Alckmin, que já foi deputado federal, defendeu a importância das emendas, mas […]
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), criticou o valor das emendas parlamentares no Orçamento de 2025, considerando-o “exagerado”. Ele argumentou que o montante de R$ 61,7 bilhões para emendas impede a ampliação de investimentos no Brasil. Alckmin, que já foi deputado federal, defendeu a importância das emendas, mas acredita que o valor deveria ser reduzido para permitir mais programas de investimento.
O Congresso aprovou um total de R$ 50,5 bilhões para emendas parlamentares, além de R$ 11,2 bilhões em despesas discricionárias indicadas pelos parlamentares, totalizando R$ 61,7 bilhões. Essa prática de indicar despesas discricionárias é comparada ao “orçamento secreto”, pois oculta os parlamentares responsáveis pelas indicações. Durante um evento na sede da Força Sindical, Alckmin também criticou a alta de juros, que, segundo ele, “atrapalha a economia”.
Em resposta a pedidos de sindicalistas, o ministro defendeu a redução da jornada de trabalho, afirmando que essa é uma tendência mundial que permitiria que mais pessoas tivessem acesso ao mercado de trabalho. Alckmin foi frequentemente chamado de “companheiro Alckmin” durante sua palestra, onde discutiu o programa Nova Indústria Brasil.
Após a palestra, o vice-presidente participou do lançamento do livro “A História dos Metalúrgicos de São Paulo”, escrito pela jornalista Carolina Maria Ruy, em um evento promovido pela Força Sindical.
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