O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se referiu a si mesmo como “um aborto da natureza” durante uma transmissão ao vivo em comemoração ao seu aniversário de 70 anos. Durante a live, ele compartilhou sua trajetória política, desde seus primeiros passos como deputado de “baixo clero” até sua eleição como presidente. Acompanhado do filho, senador Flávio […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se referiu a si mesmo como “um aborto da natureza” durante uma transmissão ao vivo em comemoração ao seu aniversário de 70 anos. Durante a live, ele compartilhou sua trajetória política, desde seus primeiros passos como deputado de “baixo clero” até sua eleição como presidente. Acompanhado do filho, senador Flávio Bolsonaro, e do advogado Paulo Cunha Bueno, ele refletiu sobre sua ascensão política, destacando a improbabilidade de sua vitória nas eleições.
Na mesma transmissão, Bolsonaro recebeu uma ligação de seu filho Eduardo, que anunciou sua licença do cargo de deputado federal e mudança para os Estados Unidos. O ex-presidente expressou orgulho pela decisão do filho, que formalizou o afastamento da Câmara por 122 dias. Além disso, ele criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas a sua suposta participação em uma trama golpista e as sanções aplicadas pelos eventos de 8 de janeiro.
A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, presenteou o ex-presidente com um bolo em formato de capacete, alusivo a um novo produto que ele lançou recentemente. O primeiro pedaço do bolo foi entregue ao advogado Paulo Cunha Bueno. Durante a live, as equipes jurídicas de Bolsonaro e do ex-ministro Walter Braga Netto apresentaram representações ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), solicitando a “intervenção” do órgão para proteger as prerrogativas da advocacia no processo que tramita no STF.
Os advogados de Bolsonaro alegam que estão enfrentando dificuldades para acessar provas e documentos essenciais para a defesa no caso da suposta trama golpista. Eles afirmam que pedidos de acesso a materiais relevantes têm sido frequentemente negados pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. A análise do material pela Primeira Turma do STF está programada para começar na próxima terça-feira.
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