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Lewandowski anuncia fornecimento de kits de armas não letais para polícias após PEC da Segurança

Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anuncia kits de armas não letais para polícias após aprovação da PEC da Segurança Pública.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou que, com a possível aprovação da PEC da Segurança Pública, estados e municípios que solicitarem apoio financeiro ao governo federal receberão kits com armas não letais. Essa medida visa evitar o uso excessivo da força pelas polícias. Lewandowski afirmou que “todos aqueles que vierem buscar […]

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou que, com a possível aprovação da PEC da Segurança Pública, estados e municípios que solicitarem apoio financeiro ao governo federal receberão kits com armas não letais. Essa medida visa evitar o uso excessivo da força pelas polícias. Lewandowski afirmou que “todos aqueles que vierem buscar recursos para financiar armamento irão receber, ao lado de armas letais, um kit de armas não letais”, enfatizando que isso não deve incentivar a força como primeira opção.

O evento “Rumos 2025”, promovido pelo jornal Valor Econômico, contou com a presença de políticos e especialistas que discutiram o desenvolvimento do Brasil. A PEC deve ser enviada ao Congresso no início de abril, após o retorno do presidente Lula e dos líderes da Câmara e do Senado de uma viagem à Ásia. O ministro também destacou que os estados devem seguir diretrizes federais, incluindo o uso de câmeras corporais.

Lewandowski mencionou que o governo estabeleceu regras flexíveis para a adoção de câmeras, considerando o alto custo do armazenamento contínuo das imagens. Ele explicou que o protocolo federal prevê três condições para o acionamento das câmeras em situações específicas, como prisões e tiroteios. Apesar de defender a medida, o ministro enfrentou resistência dentro do governo, e a proposta ainda não foi apresentada oficialmente ao Congresso.

Recentemente, Lewandowski gerou controvérsia ao afirmar que a “polícia prende mal”, o que provocou críticas de associações policiais e políticos. Após a repercussão negativa, ele ajustou seu discurso, reconhecendo a eficiência da polícia brasileira. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, elogiou o trabalho de Lewandowski na integração das polícias e na melhoria da legislação, ressaltando que as mudanças são complexas, mas necessárias para melhores resultados.

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