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Deputado Coronel Meira se revolta e xinga seguranças ao ser barrado no STF

Deputado Coronel Meira se exaltou ao ser barrado de entrar no STF para o julgamento de Jair Bolsonaro, proferindo xingamentos a seguranças.

O deputado Coronel Meira (PL-PE) expressou sua indignação ao ser impedido de entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) para acompanhar o julgamento de Jair Bolsonaro (PL). Em um acesso de raiva, ele gritou: “Sou coronel, sou deputado, tem que me respeitar nessa porra! Ou me respeita, ou me respeita”, enquanto se dirigia aos seguranças que […]

O deputado Coronel Meira (PL-PE) expressou sua indignação ao ser impedido de entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) para acompanhar o julgamento de Jair Bolsonaro (PL). Em um acesso de raiva, ele gritou: “Sou coronel, sou deputado, tem que me respeitar nessa porra! Ou me respeita, ou me respeita”, enquanto se dirigia aos seguranças que o informaram sobre a lotação do auditório. O incidente foi registrado em vídeo e rapidamente se espalhou nas redes sociais.

Meira, que estava acompanhado de outros parlamentares, criticou a situação em que foram colocados, referindo-se ao espaço destinado a eles como um “galinheiro”. Ele alegou que, após tentativas frustradas de descer para o terceiro andar, onde ocorria a sessão, ficou “preso no elevador”. O deputado considerou a atitude dos seguranças como “truculenta” e afirmou que seguiu todos os protocolos de entrada.

Outros deputados bolsonaristas também enfrentaram dificuldades para acessar o STF, mas não reagiram de forma tão explosiva. O deputado Sargento Fahur (PSD-PR) comentou que as questões legais sobre o acesso estavam a cargo da liderança da oposição, enquanto Capitão Alden (PL-BA) protestou contra a restrição imposta aos representantes do Legislativo.

Após a confusão, alguns deputados, como Delegado Caveira e Coronel Zucco, conseguiram entrar na sessão após serem autorizados pelo ministro Cristiano Zanin, presidente da Turma. O STF, por sua vez, informou que a orientação era de que ninguém poderia entrar após o início da sessão para evitar tumultos, mas acabou liberando a entrada dos parlamentares.

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