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Fuad Noman, prefeito de Belo Horizonte, falece aos 77 anos após complicações de saúde

Fuad Noman, prefeito reeleito de Belo Horizonte, faleceu aos 77 anos após complicações de saúde. Ele deixa um legado político e familiar.

O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), faleceu hoje na capital mineira aos 77 anos. A confirmação foi feita pela prefeitura, que informou que Fuad estava internado desde 3 de janeiro, após complicações de saúde decorrentes de um linfoma não Hodgkin diagnosticado em julho de 2024. Ele enfrentou várias internações e, na noite anterior […]

O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), faleceu hoje na capital mineira aos 77 anos. A confirmação foi feita pela prefeitura, que informou que Fuad estava internado desde 3 de janeiro, após complicações de saúde decorrentes de um linfoma não Hodgkin diagnosticado em julho de 2024. Ele enfrentou várias internações e, na noite anterior à sua morte, sofreu uma parada cardiorrespiratória. Apesar de ter sido reanimado, sua condição se agravou, levando à insuficiência renal aguda e choque cardiogênico.

Nascido em Belo Horizonte, Fuad deixa esposa, dois filhos e quatro netos. Ele foi reeleito em 2024, obtendo 53,73% dos votos no segundo turno, superando Bruno Engler (PL), que teve 46,27%. O prefeito destacou a “virada histórica” em seu discurso de vitória, já que Engler liderou o primeiro turno. Fuad assumiu a prefeitura em 2022, após a renúncia de Alexandre Kalil (Republicanos), e foi secretário do governo de Minas Gerais por oito anos.

Durante sua trajetória política, Fuad também atuou como secretário da Fazenda e de Transportes e Obras Públicas em Minas Gerais. Ele começou sua carreira no serviço público como funcionário do Banco Central e foi secretário-executivo da Casa Civil no governo de Fernando Henrique Cardoso. Além disso, foi consultor do FMI e presidente da Gasmig em 2011. Sua saúde se deteriorou nas últimas semanas, resultando em múltiplas internações, incluindo uma por pneumonia e outra por insuficiência respiratória.

Em sua posse, Fuad participou virtualmente devido à sua condição de saúde, fazendo o juramento com dificuldades. Ele havia declarado que estava motivado a continuar na política por amor à cidade e à população. O prefeito também era autor do livro “Cobiça”, que gerou controvérsias durante a campanha eleitoral, sendo criticado por seu conteúdo.

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