O último barômetro do Centre d’Estudis d’Opinió (CEO) indica que, se eleições fossem realizadas em Cataluña, o Partido de los Socialistas de Cataluña (PSC) continuaria a ser a força mais votada, com uma previsão de 41 a 43 escaños no Parlament, mantendo-se próximo dos 42 atuais. Em contraste, Junts per Catalunya, que atualmente possui 33 […]
O último barômetro do Centre d’Estudis d’Opinió (CEO) indica que, se eleições fossem realizadas em Cataluña, o Partido de los Socialistas de Cataluña (PSC) continuaria a ser a força mais votada, com uma previsão de 41 a 43 escaños no Parlament, mantendo-se próximo dos 42 atuais. Em contraste, Junts per Catalunya, que atualmente possui 33 assentos, poderia cair para uma faixa entre 27 e 29. A Aliança Catalana (AC), liderada por Sílvia Orriols, pode ver sua representação aumentar significativamente, alcançando entre 8 e 10 deputados, o que representaria um aumento de até cinco vezes em relação aos 2 atuais.
O PSC, que obteve 42 escaños nas últimas eleições, deve manter um percentual de votos entre 25% e 29%. Junts per Catalunya, sob a liderança de Carles Puigdemont, enfrentaria uma perda de até quatro assentos, enquanto Esquerra Republicana de Catalunya (ERC) poderia ganhar entre um e três em relação aos 20 que conquistou anteriormente. A AC, beneficiada por uma recente polêmica em Ripoll, se destaca entre as formações independentistas, que, no total, não conseguiriam alcançar a maioria absoluta de 68 escaños, mesmo em um cenário otimista.
A CUP deve manter resultados semelhantes, com uma estimativa de 3 a 4 assentos. O cenário atual mostra que, somando os votos independentistas, o total ficaria em 66 escaños, ainda distante da maioria. O Partido Popular (PP) pode ganhar até dois assentos, aumentando sua representação de 14 para uma faixa entre 10% e 12% de intenção de voto. Vox, que atualmente possui 11 deputados, deve ficar entre 10 e 12, enquanto os comuns, com 6 assentos, podem alcançar entre 6 e 7.
Esses dados foram coletados em uma amostra de 2.000 entrevistas, realizadas entre 14 de fevereiro e 14 de março. O barômetro foi apresentado em Barcelona e reflete um panorama político em constante mudança, onde as dinâmicas entre os partidos e a opinião pública estão em evolução.
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