O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), está prestes a lançar sua pré-candidatura à Presidência em 2026, buscando se posicionar como um forte opositor ao governo de Lula (PT). Em entrevista, Caiado criticou a nomeação de Gleisi Hoffmann para o Ministério de Relações Institucionais, afirmando que o presidente está “patrocinando a transição do Brasil […]
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), está prestes a lançar sua pré-candidatura à Presidência em 2026, buscando se posicionar como um forte opositor ao governo de Lula (PT). Em entrevista, Caiado criticou a nomeação de Gleisi Hoffmann para o Ministério de Relações Institucionais, afirmando que o presidente está “patrocinando a transição do Brasil de um Estado democrático para um Estado do narcotráfico”. Ele também rechaçou as cobranças da ministra sobre a renegociação de dívidas estaduais, destacando que os benefícios que possui foram conquistados em gestões anteriores.
Caiado, que se prepara para iniciar uma série de viagens pelo Brasil a partir de 4 de abril, afirmou que sua candidatura não depende do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atualmente enfrenta problemas legais. Ele enfatizou que sua decisão de lançar a pré-candidatura foi tomada de forma independente e que não se sente inibido pelos desdobramentos envolvendo Bolsonaro. O governador também comentou sobre a necessidade de um processo de conciliação no país, criticando a atual polarização política.
Em relação à segurança pública, Caiado defendeu que o Brasil deve se espelhar no modelo de Goiás, em vez de seguir o exemplo de El Salvador. Ele argumentou que o governo federal tem incentivado a invasão de terras e que as polícias estaduais estão preparadas para garantir a paz no campo. O governador também criticou a postura do governo Lula em relação ao crime, afirmando que a administração atual é complacente com a criminalidade, o que, segundo ele, faz parte do eleitorado do PT.
Por fim, Caiado se manifestou sobre as declarações do ministro Ricardo Lewandowski sobre a atuação da polícia e a Justiça, discordando da afirmação de que a polícia prende mal. Ele reiterou que a situação atual do Brasil vai além de um simples problema de roubo de celulares, apontando que a omissão do governo Lula contribui para a expansão do narcotráfico e a violência no país.
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