O clima político em Rio Largo, Alagoas, se intensificou após um rompimento entre o atual prefeito, Carlos Gonçalves (PP), e seu tio e antecessor, Gilberto Gonçalves, conhecido como GG. Na última sessão da Câmara Municipal, foram lidas cartas de renúncia atribuídas a Carlos e ao vice, Peterson Henrique (PP), que o prefeito classificou como “falsas” […]
O clima político em Rio Largo, Alagoas, se intensificou após um rompimento entre o atual prefeito, Carlos Gonçalves (PP), e seu tio e antecessor, Gilberto Gonçalves, conhecido como GG. Na última sessão da Câmara Municipal, foram lidas cartas de renúncia atribuídas a Carlos e ao vice, Peterson Henrique (PP), que o prefeito classificou como “falsas” e parte de uma “tentativa criminosa de golpe”. Após a leitura, o presidente da Câmara, Rogério da Silva, assumiu interinamente o cargo de prefeito.
Carlos Gonçalves, que venceu a eleição com mais de 60% dos votos, denunciou ao Ministério Público tentativas de autenticação de sua assinatura em cartórios, o que ele acredita ser uma manobra para forçar sua renúncia. A crise se agravou após o rompimento com o grupo de GG e a aproximação de Carlos com o senador Renan Calheiros, rival de Arthur Lira, do PP. O desentendimento entre os dois se tornou público, com GG afirmando que foi ele quem colocou Carlos no cargo.
Recentemente, GG anunciou que possuía uma carta de renúncia do prefeito e do vice, que seria apresentada à Câmara. Carlos, que é sobrinho da esposa de GG, deve se filiar ao MDB em breve. Em resposta às acusações, Carlos reafirmou seu compromisso com o mandato, destacando que “quem votou em mim foi o povo de Rio Largo” e que não renunciará até o final de seu mandato em 31 de dezembro de 2028.
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