A defesa do ator Jorge de Sá protocolou um pedido de arquivamento do inquérito que o investiga por estelionato e falsidade documental no Ministério Público de São Paulo. O caso, que envolve alegações de famílias que contrataram o artista para intermediar bolsas de estudo em escolas nos Estados Unidos, aponta que os serviços não foram […]
A defesa do ator Jorge de Sá protocolou um pedido de arquivamento do inquérito que o investiga por estelionato e falsidade documental no Ministério Público de São Paulo. O caso, que envolve alegações de famílias que contrataram o artista para intermediar bolsas de estudo em escolas nos Estados Unidos, aponta que os serviços não foram prestados, resultando em um prejuízo estimado superior a R$ 1 milhão.
A investigação, iniciada em fevereiro pelo promotor Cassio Roberto Conserino, já passou para as mãos do promotor criminal Cleber Masson. Segundo o advogado de Jorge, Sylvio Guerra, alguns contratos não foram cumpridos devido a desistências de famílias, o que causou atrasos nos repasses às instituições de ensino. Ele afirmou que “as propostas de bolsas foram formalmente apresentadas, assinadas e executadas”, e que o valor acordado de 30.000 dólares por aluno foi parcialmente repassado.
Sylvio também destacou que todos os clientes que entregaram a documentação necessária e formalizaram propostas de bolsa conseguiram embarcar para os Estados Unidos. Ele argumentou que as famílias estariam agindo de má-fé ao tentar manchar a reputação de Jorge, atribuindo responsabilidades que não seriam dele, com o intuito de prejudicar sua imagem pública.
A defesa busca esclarecer que o atraso no repasse de 8.000 dólares se deu por motivos alheios à vontade do ator e que ele tentou contatar as famílias para resolver a pendência, mas não obteve resposta. O caso continua sob análise do Ministério Público, enquanto Jorge de Sá se defende das acusações.
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