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Paes critica empresas de ônibus e defende transparência no sistema de transporte do Rio

Prefeito do Rio, Eduardo Paes, critica empresas de ônibus e anuncia novo sistema de bilhetagem, o Jaé, para maior transparência no transporte público.

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), intensificou suas críticas às empresas de ônibus e à federação que regula o sistema de transporte no estado. Em suas redes sociais, Paes questionou a publicidade do Riocard, sistema de bilhetagem estadual, publicada por uma revista da Semove, que representa as companhias de mobilidade. Ele afirmou […]

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), intensificou suas críticas às empresas de ônibus e à federação que regula o sistema de transporte no estado. Em suas redes sociais, Paes questionou a publicidade do Riocard, sistema de bilhetagem estadual, publicada por uma revista da Semove, que representa as companhias de mobilidade. Ele afirmou que “as empresas de ônibus não podem ser donas do sistema que define quem e quanto se recebe de subsídio do poder público”, comparando a situação a uma raposa cuidando do galinheiro.

As críticas de Paes refletem um conflito contínuo com a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) e o sindicato Rio Ônibus. O prefeito destaca a falta de transparência das empresas, que não informam à Prefeitura dados cruciais, como o número de usuários do transporte público, essenciais para o planejamento de políticas públicas. Em resposta, a Prefeitura lançou em 2023 o Jaé, um sistema de bilhetagem municipal, visando maior clareza sobre receitas e passageiros.

A partir de julho de 2023, os transportes públicos da cidade, incluindo ônibus, BRT e VLT, passarão a operar exclusivamente com o novo cartão Jaé. Apesar das mudanças, a população tem manifestado insatisfação com a inconsistência dos serviços e a demora na entrega dos cartões, evidenciando os desafios enfrentados na implementação do novo sistema.

Paes reiterou sua posição, afirmando que “as empresas de ônibus não podem ser donas do sistema que define quem e quanto se recebe de subsídio do poder público”. Ele enfatiza a necessidade de que as informações sobre o transporte público sejam geridas de forma transparente, para que a Prefeitura possa planejar adequadamente o sistema de mobilidade da cidade.

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