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Câmara aprova subcomissão para investigar violações de direitos humanos de presos do 8 de Janeiro

- A Câmara dos Deputados criou uma subcomissão para investigar violações de direitos humanos. - O PL obstrui a votação para forçar a análise do projeto de anistia. - Duda Salabert propôs proibir anistia a crimes contra a democracia. - O PL afirma que a anistia visa beneficiar presos injustamente, não Bolsonaro. - A oposição busca pressionar a Câmara para pautar a anistia, reunindo familiares dos presos.

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma subcomissão para investigar supostas violações de direitos humanos contra os presos envolvidos nos atos de oito de janeiro de dois mil e vinte e três. O deputado Zucco (PL-RS), autor do requerimento, destacou que entre os detidos há pessoas de diversas idades e condições, incluindo crianças e idosos. A nova subcomissão contará com doze membros titulares e doze suplentes. Enquanto isso, o Partido Liberal (PL) mantém obstrução na Câmara para pressionar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar a urgência do projeto de anistia para os envolvidos nos atos de janeiro.

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que a obstrução visa impedir a votação de outras matérias até que o projeto de anistia seja discutido. Ele negou que a intenção do partido seja beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, embora a proposta de anistia inclua todos os envolvidos nos atos desde o fim da eleição de dois mil e vinte e dois. A deputada Duda Salabert (PDT-MG) apresentou um projeto de lei para proibir a concessão de anistia a crimes contra a democracia, como golpe de Estado, destacando a importância de garantir a ordem constitucional.

Deputados da oposição se reuniram com Hugo Motta para discutir a tramitação do projeto de anistia. Sóstenes Cavalcante informou que Motta está conversando com outros líderes sobre o assunto, mas não estabeleceu um prazo para a decisão. A oposição planeja reunir familiares dos presos no Congresso e continuar a obstrução até que o requerimento de urgência seja pautado. O projeto de anistia, que já havia sido encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ficou em um limbo legislativo após o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidir que deveria ser analisado por uma comissão especial, que nunca foi instalada.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou a criação de uma subcomissão para investigar supostas violações de direitos humanos contra os presos envolvidos nos atos de oito de janeiro de 2023. O deputado Zucco (PL-RS), autor do requerimento, destacou que entre os detidos estão pessoas de diversas condições, incluindo crianças e idosos. A nova subcomissão contará com doze membros titulares e doze suplentes.

Enquanto isso, o Partido Liberal (PL) entrou em obstrução na Câmara para pressionar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar a urgência do projeto de anistia para os envolvidos nos atos de janeiro. Se aprovado, o projeto irá diretamente ao plenário, evitando a tramitação pelas comissões. O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que a obstrução visa garantir que o projeto não seja enviado a uma comissão especial, o que não atende aos interesses do partido.

A deputada Duda Salabert (PDT-MG) apresentou um projeto de lei para proibir a concessão de anistia a quem comete crimes contra a democracia, como golpe de Estado. A proposta foi apresentada no dia que marca os sessenta e um anos do golpe militar de mil novecentos e sessenta e quatro e após o Supremo Tribunal Federal tornar réus Jair Bolsonaro e outros por envolvimento em atos golpistas.

Deputados da oposição se reuniram com Hugo Motta para discutir a tramitação do projeto de anistia. O PL pretende manter a obstrução até que a urgência do projeto seja pautada. O projeto, que já havia sido encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), está atualmente sem definição clara sobre seu futuro na Câmara.

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