O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentará uma proposta na 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) para que a região unifique uma candidatura feminina ao cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A cúpula ocorrerá em Tegucigalpa, Honduras, no dia 9 de abril. A proposta está sendo discutida com os trinta e dois países-membros da Celac e visa promover a rotatividade regional e a liderança feminina.
A embaixadora Gisela Padovan, secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores, destacou que a América Latina e o Caribe têm potencial para apresentar uma candidata forte, já que a ONU nunca teve uma mulher em sua liderança. Entre os nomes cogitados estão a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, ambas com experiência significativa em cargos de liderança.
O atual secretário-geral da ONU, António Guterres, encerrará seu mandato no próximo ano, e a Assembleia Geral deverá escolher seu sucessor. A proposta de candidatura única busca fortalecer a presença feminina na liderança da ONU, refletindo a capacidade política e intelectual das mulheres da região.
Além da candidatura, a cúpula também poderá abordar questões como as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a diversos países, incluindo o Brasil. A expectativa é que a declaração final reafirme o compromisso com o multilateralismo e a defesa de regras comerciais justas, sem mencionar diretamente as tarifas. A Celac abrange uma área de mais de 22 milhões de quilômetros quadrados e uma população de aproximadamente 670 milhões de pessoas.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentará uma proposta na 9ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) para que a região unifique uma candidatura feminina ao cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A cúpula ocorrerá em Tegucigalpa, Honduras, no dia 9 de abril. A proposta está sendo discutida com os trinta e dois países-membros da Celac e visa promover a rotatividade regional e a liderança feminina.
A embaixadora Gisela Padovan, secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores, destacou que a América Latina e o Caribe têm potencial para apresentar uma candidata forte, já que a ONU nunca teve uma mulher em sua liderança. Entre os nomes cogitados estão a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, ambas com experiência significativa em cargos de liderança.
O atual secretário-geral da ONU, António Guterres, encerrará seu mandato no próximo ano, e a Assembleia Geral deverá escolher seu sucessor. A proposta de candidatura única busca fortalecer a presença feminina na liderança da ONU, refletindo a capacidade política e intelectual das mulheres da região.
Além da candidatura, a cúpula também poderá abordar questões como as tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a diversos países, incluindo o Brasil. A expectativa é que a declaração final reafirme o compromisso com o multilateralismo e a defesa de regras comerciais justas, sem mencionar diretamente as tarifas. A Celac abrange uma área de mais de 22 milhões de quilômetros quadrados e uma população de aproximadamente 670 milhões de pessoas.
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